"O tráfico de pessoas, apontado como causa das 5 primeiras ocorrências de desaparecimento, também se encaixa na ocorrência acontecida em 2020. Até então tudo pode ser cogitado. Não está descartada uma suposta ligação entre os casos ocorridos há duas décadas e o caso deste ano. O sumiço das crianças do Planalto não foi solucionado e o andamento dos trabalhos investigativos para localizar José Carlos está sob sigilo".
O desaparecimento de José Carlos da Silva, em Natal / RN, aos 8 anos, no dia 21/10/2020, trouxe à tona casos mais antigos, ocorridos na mesma cidade, que ganharam os jornais e noticiários de televisão entre os anos de 1998 e 2001. Trata-se do conjunto de ocorrências que envolve o sumiço de 5 crianças na região do Planalto. A postagem "AS CRIANÇAS DO PLANALTO", publicada no @ccdesap em 18/08/ 2015, abordou estes fatos.
O tráfico de pessoas, apontado como causa das 5 primeiras ocorrências de desaparecimento, também se encaixa na ocorrência acontecida em 2020. Até então tudo pode ser cogitado. Não está descartada uma suposta ligação entre os casos ocorridos há duas décadas e o caso deste ano. O sumiço das crianças do Planalto não foi solucionado e o andamento dos trabalhos investigativos para localizar José Carlos está sob sigilo. O único dado divulgado foi a foto de um suspeito que a mãe do menino afirmou não conhecer.
A possibilidade de êxito do caso mais recente, considerando uma comparação com os desaparecimentos anteriores, é maior. A apuração do sumiço de José Carlos está sob responsabilidade do Núcleo de Investigação de Pessoas Desaparecidas (NIPD). Trata-se de uma delegacia especializada, um recurso inexistente no final dos anos 90 e no início dos anos 2000, fator que certamente dificultou as investigações, inviabilizando o fechamento dos casos na época.
Márcio Delgado, um dos delegados que esteve à frente das investigações relacionadas às crianças do Planalto, apontou falhas. Ressaltou que a passagem de tempo comprometeu os trabalhos. Várias testemunhas morreram e depoimentos foram perdidos. Até um casal suspeito não teve a participação nos sequestros apurada. Tudo leva a crer que atualmente estas falhas não ocorrerão diante da estrutura e do trabalho mais específico desenvolvido pelos policiais especializados.
"O desejo de expandir este projeto do Rio Grande do Sul para o Brasil inteiro é justificável, a partir do momento em que desaparecem 40 mil crianças por ano no país, sendo que 10% a 15% não voltam para o lar."
Um projeto da Secretaria de Segurança do Rio Grande do Sul visa a implantação da tecnologia de reconhecimento facial nos sistemas de câmeras do estado. Por meio deste recurso, crianças e adolescentes desaparecidos poderão ser localizados com mais rapidez. Os trâmites de fechamento de contrato e definição das empresas fornecedoras de serviço ainda estão sendo analisados.
*Gisele desapareceu em 1999. Não deixou vestígio. O caso permanece sem solução. Há mais de 20 anos, o paradeiro da menina é ignorado.
A construção desta estrutura está vinculada à lei estadual n°15460/2020, promulgada em agosto, proveniente do projeto do deputado estadual - Rio Grande do Sul - Tenente Coronel Zucco. Vale destacar que além dos recursos já citados, também faz parte dos planos a criação de um banco de dados, permitindo que as ações tenham um alcance ainda maior, assegurando aos responsáveis pelas investigações maior possibilidade de êxito.
* Quando o caso Bruno Leal da Silva completou 20 anos sem solução, a mãe do menino, Devercina França Leal da Silva, divulgou uma carta na qual expõe o sofrimento que passa com o desaparecimento do filho.
O teste utilizando a base já existente das câmeras de reconhecimento de veículos, realizado em 26 de outubro, foi bem -sucedido. Reforçou a ideia de que o serviço é promissor. A prova disto é que a ministra Damares Alves acompanhou a simulação e decidiu pela implantação deste sistema em todo o Brasil. Ela declarou: "Estamos olhando para essas famílias e trabalhando para que novas ferramentas possam solucionar esses casos absurdos de desaparecimento".
*Márcio Souza da Silva foi levado da família em 2005, com apenas 2 anos. O paradeiro do garoto, 15 anos após o desaparecimento, permanece ignorado.
*Segundo informações do site Desaparecidos do Brasil, indícios apontam que Graziela foi raptada e vendida para exploração sexual.
*Deivid desapareceu em 2014, no Paternon, em Porto Alegre. Na época tinha 8 anos de idade.
"Foram debatidas no evento as implementações de medidas que viabilizem a localização de crianças e adolescentes desaparecidos."
O governo federal estuda a criação de um auxílio para as famílias de crianças desaparecidas. A possibilidade veio a público em uma reunião do Conselho Nacional dos Procuradores Gerais dos Estados e da União em 23/09/2020, ocorrida em Porto Alegre / RS. O foco eram diretrizes ligadas à proteção dos Direitos Humanos e à Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas.
*A ministra Damares Alves falou sobre a possibilidade de um auxílio para famílias de crianças desaparecidas. Também foram discutidas propostas que garantam maior celeridade ao processo de busca e localização.
Participaram da reunião a ministra Damares Alves - Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Fernando Ferreira, ouvidor nacional dos direitos humanos, Fabiano Dallazen, procurador - geral de justiça do Ministério Público do Rio Grande do Sul e presidente do Conselho Nacional dos Procuradores Gerais dos Estados e da União ( CNPG), Augusto Aras, procurador-geral da República e Tenente-Coronel Zucco, deputado estadual / RS, entre outros.
*O Disque 100 é uma ferramenta relevante para os trabalhos de busca e localização de crianças desaparecidas.
Foram debatidas no evento as implementações de medidas que viabilizem a localização de crianças e adolescentes desaparecidos. Isto inclui a criação de um aplicativo, de um banco de dados de reconhecimento facial e digital e de parcerias baseadas em um sistema de cooperação, que aumente a fluência de informações provenientes do Disque 100 e do Ligue 180, serviço vinculado ao Ministério Público. Também serão incluídos neste contexto dados provenientes da página da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos e do aplicativo Direitos Humanos Brasil, além do grupo de telegram Direitoshumanosbrasilbolt.
* A proposta de uma parceria entre o governo federal e o Ministério Público, visando a troca mais rápida de informações acerca de denúncias ligadas a violações dos Direitos Humanos e ao desaparecimento de crianças, foi muito bem recebida na reunião do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG). Uma perspectiva positiva para as famílias que vivem este drama.
A Relevância do Ministério Público, no que diz respeito à localização de crianças desaparecidas, foi destacada. O órgão teve a sua atuação reconhecida, sendo considerado indispensável para a prática de uma política de estado voltada para a apuração de denúncias ligadas a violações dos direitos humanos.
"O percurso de Rio Doce, onde morava, até o local de trabalho do irmão é de aproximadamente 1 Km. O menino pegou como atalho um caminho de barro, cercado por vegetações. A área é deserta, sem casas ou comércio. A circulação de pessoas é reduzida."
José Carlos Silva, conhecido como "barbeiro", tem 8 anos de idade e desapareceu em Natal/RN, no dia 21/10/2020, quando levava um suco para o irmão mais velho, que trabalhava no cruzamento entre as Avenidas João Medeiros Filho e Moema Tinoco, em um sinal de trânsito. Manifestações populares, pelo retorno de José Carlos, ocorreram no dia 28/10/2020. As buscas pelo menino causam grande mobilização, inclusive por parte da imprensa, mas ainda não há respostas sobre o seu paradeiro.
*O paradeiro de José Carlos da Silva permanece ignorado. A criança desapareceu no dia 21/10/2020 em Natal/RN.
O percurso de Rio Doce, onde morava, até o local de trabalho do irmão é de aproximadamente 1 Km. O menino pegou como atalho um caminho de barro, cercado por vegetações. A área é deserta, sem casas ou comércio. A circulação de pessoas é reduzida. A certeza de que o garoto esteve na região se deve ao testemunho de trabalhadores de uma construção, que viram José Carlos nos arredores e ainda deram água à criança.
*A faxineira Ozenilda das Dores acredita no retorno do filho, José Carlos da Silva. A criança desapareceu, quando levava suco para o irmão mais velho, que trabalhava em um semáforo na rua.
"Estou com mais esperança, porque pode ser que a polícia esteja na pista de quem levou meu filho.Tenho esperança de que ele ainda esteja vivo." Esta foi a declaração da mãe de José Carlos, a faxineira Ozenilda das Dores da Silva, à reportagem da Tribuna do Norte. A preocupação, além do desaparecimento, fica por conta de um problema cardíaco do filho. Ele tem sopro no coração.
* Nota emitida pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte e pela
Secretaria de Comunicação Social (SECOMS)
As investigações do caso estão ao encargo do Núcleo de Investigação de Pessoas Desaparecidas (NIPD). Não há informações oficiais por parte da polícia. O objetivo é apurar os fatos sem divulgação para os trabalhos de busca não serem prejudicados. O único dado que veio a público, até então, foi a foto de um suspeito que a mãe da criança disse não conhecer.
"Os pontos mais relevantes do texto foram inúmeros questionamentos feitos a Anderson Silva sobre o desaparecimento de Andressa, além de cobrar do mesmo atitude e interesse pela situação da própria filha. Até a hipótese surpreendente de envolvimento do pai no sumiço da garota foi levantada."
O desaparecimento de Andressa de Jesus da Silva está próximo
de completar 3 anos. Em dezembro de 2019
o caso foi abordado aqui, no CCDesap, na postagem “CASO
ANDRESSA DE JESUS DA SILVA”. A menina desapareceu no bairro Jardim
Umarizal, zona sul da capital de São Paulo, região do Campo Limpo. O mistério
em relação ao que aconteceu na tarde do dia 27/11/2017 permanece e consequentemente o paradeiro
da criança, à época com 10 anos de idade, ainda é ignorado. Ela saiu para
brincar, comprar um sonho, mas não retornou. A última pessoa a ver Andressa foi
um vizinho. Avistou a garota na esquina. Parecia esperar alguém.
*Andressa de Jesus da Silva com a mãe, Damiana Pereira. O paradeiro da menina é ignorado. Ela desapareceu em 27/11/2017 no bairro Jardim Umarizal, em São Paulo.
Em 17 de outubro deste ano, a mãe de Andressa, Damiana
Pereira, escreveu uma carta aberta – Rapto
da Minha Filha - , expondo o desaparecimento da filha, segundo o seu ponto
de vista. Abordou assuntos familiares: o casamento, a separação, falou sobre o
vínculo da filha com ela e com os irmãos. Também descreveu o jeito de ser da
menina e a relação da criança com o pai. Os pontos mais relevantes do texto
foram inúmeros questionamentos feitos a Anderson Silva sobre o desaparecimento
de Andressa, além de cobrar do mesmo atitude e interesse pela situação da
própria filha. Até a hipótese surpreendente de envolvimento do pai no sumiço da
garota foi levantada.A mensagem, na
íntegra, foi publicada na página Procurando
Andressa.
*Em reportagem da Rede Record, Anderson Silva, pai de Andressa, nega o envolvimento no desparecimento da filha. O vídeo está publicado no Youtube, canal Repórter Record Investigação.
A falta de respostas em relação ao paradeiro de Andressa de
Jesus da Silva fez a família recorrer a outro meio de busca. O objetivo é
contratar um detetive particular que trabalhe paralelamente às investigações policiais.
Para levar à frente esta idéia, foi iniciada uma “vakinha”
virtual para a arrecadação de R$10 mil. Damiana Pereira afirma que metade
da quantia servirá para pagar o investigador particular. A outra parte será
dada como recompensa, caso alguém dê informações que levem à criança
desaparecida.
* A contratação de um detetive particular é uma nova tentativa da família para localizar Andressa de Jesus da Silva. A menina desapareceu em 27/11/2017, no bairro Jardim Umarizal, em São Paulo.
A mobilização em torno do desaparecimento de Andressa de
Jesus da Silva vem aumentando nas redes sociais.Considerando o Facebook e o Instagram, ao
todo são quase 70 mil pessoas que abraçaram a causa do retorno de Andressa aos
braços da mãe. Só a página Procurando
Andressa, possui mais de 50 mil seguidores. Todos torcem por um desfecho
que traga felicidade, após um período longo de muitas incertezas e sofrimento.
*A mobilização pelo retorno de Andressa de Jesus da Silva permanece. A página Procurando Andressa possui mais de 50 mil seguidores.
* O Central de Crianças Desaparecidas está no Twitter: @ccdesap
"Segundo relatos, Wesley foi visto entrando em uma área de mata em um bairro vizinho, Vila Real. Também há testemunhos de pessoas que viram o menino em uma bicicleta à beira da rodovia Ronan Rocha, seguindo em direção a Patrocínio Paulista. A partir destas referências, tudo acerca do paradeiro da criança é incerto. Várias pistas chegaram aos familiares, mas tratavam-se de alarmes falsos."
Wesley Pires Alves Filho desapareceu em 28/8/2020, aos 13 anos, na cidade
de Franca / SP. A última imagem do menino foi registrada por uma câmera de
segurança na rua em que morava no bairro Jardim Aeroporto I. Ele caminhava
normalmente. O destino era um “varejão”próximo à residência, porém o menor não
chegou ao local. O garoto vestia um casaco moleton estampado com personagens da
Looney Tunes, usava máscara branca ecalça comprida.
*As câmeras de segurança registraram Wesley Pires Alves Filho saindo de casa. Estas são imagens do garoto no dia em que desapareceu.
Segundo relatos, Wesley foi visto entrando em uma área de
mata em um bairro vizinho, Vila Real. Também há testemunhos de pessoas que
viram o menino em uma bicicleta à beira da rodovia Ronan Rocha, seguindo em
direção a Patrocínio Paulista.A partir
destas referências, tudo acerca do paradeiro da criança é incerto. Várias
pistas chegaram aos familiares, mas tratavam-se de alarmes falsos.
* A mãe, Camila Alves, prossegue na busca por Wesley. Ele desapareceu em 28/08/2020, aos 13 anos, em Franca/SP.
Em outubro, os pais de Weslinho, Wesley Alves e Camila Alves,
foram à cidade de Sales e a Morro Agudo, seguindo as informações de um policial
que afirmou ter visto o garoto. Disse que ele estava sujo e debilitado. Pai e mãe chegaram à criança, mas o menor não era Wesley.Situação semelhante ocorreu dias depois em
Ribeirão Preto. Um menino parecido com Wesley foi visto, mas os pais,
novamente, constataram que não era o filho desaparecido.
*Um protesto de familiares de Wesley em frente à Delegacia de Investigações Gerais(DIG). Ainda não há respostas sobre o paradeiro do menino.
As investigações sobre o desaparecimento de Wesley Pires Alves
Filho estão sob responsabilidade da Delegacia de Investigações Gerais –
DIG-.Por volta dasegunda semana de outubro, os policiais localizaram
um corpo, em avançado estado de decomposição, em um canavial, na cidade de
Patrocínio Paulista. O pai do menino, apesar de estar certo de que não se trata do cadáver do filho desaparecido, precisou colher sangue
para posterior exame de DNA. O caso, até então, permanece em aberto.
*Em vídeo postado em seu perfil no Facebook e publicado pelo Portal GCN, Camila Alves faz um desabafo sobre o desaparecimento do filho, Wesley.
"O Central de Crianças Desaparecidas tomou ciência da história de Demétrio Arruda Filho por meio do comentário de um leitor na postagem “O Caso Mikelangelo Alves da Silva”. A mensagem apontava uma semelhança entre Demétrio Arruda e o menino Mikelangelo, aventando a hipótese de uma possível ligação entre os casos."
*Demetrinho e os pais adotivos. O rapaz só iniciou a busca pela mãe biológica, após a morte da sua mãe de coração.
O universo das crianças desaparecidas traz à tona um caminho
inverso em relação à busca pelos menores que
sumiram sem deixar rastro. É possível, sim, que eles estejam vivos,
fazendo o papel de buscadores. Anteriormente alvos da procura dos familiares,
estes ao se tornarem adultos, cientes da origem desconhecida, agem para
encontrar o paradeiro de seus pais, irmãos e parentes em geral. Mesmo que
tenham encontrado amor através da adoção, o contexto biológico ainda tem um
peso significativo na vida destas pessoas.
*Shir Fridman reencontrou a família somente aos 29 anos. Ela foi vítima de sequestro na década de 80 e levada para Israel, ainda recém-nascida.
Em 23 /09/2015, um caso com estas características foi
publicado pelo Central de Crianças Desaparecidas. A postagem “
O Tráfico de Pessoas e as Crianças Desaparecidas no Brasil” abordou o caso de Shir Fridman. Sequestrada nos anos 80, na região sul do Brasil,
ela foi levada ainda bebê para Israel. Somente aos 29 anos, por meio do SOS
Desaparecidos, a jovem voltou a ficar frente a frente com a família biológica
em Itajaí/SC.
*Demétrio Arruda Filho e Mikelangelo Alves da Silva. Uma suposta relação entre os casos está descartada.
Caso semelhante ocorre com Demétrio Arruda Filho,
conhecido como Demetrinho. Atualmente
ele tem 40 anos, é produtor cultural. Está casado e tem um enteado. Porém a transparência do presente contrasta com a
obscuridade do passado, no que diz respeito às dúvidas em relação às origens.
Ele busca a mãe biológica, até então desconhecida. O que há de mais concreto é
a figura de uma freira que ofereceu-o bebê aos pais adotivos – Bonifácia
Eugênia e Demétrio Arruda - em Rosário
Oeste / MT. Ela dizia que a criança nasceu em um bordel na cidade de Nobres.
Também existe uma testemunha, identificada como Antonina, que acompanhou a mãe
adotiva, quando esta foi buscar o filho, conforme exposto em matéria veiculada
pelo site rdnews.com.br,
em 12/05/2019.
*Demétrio Arruda Filho e Mikelangelo Alves da Silva. A progressão digital mostra que são pessoas diferentes. Também existe uma diferença de idade entre ambos. Mikelangelo é 4 anos mais velho.
O Central de Crianças Desaparecidas tomou ciência da
história de Demétrio Arruda Filho por meio do comentário de um leitor na
postagem “O
Caso Mikelangelo Alves da Silva”. A mensagem apontava uma semelhança entre
Demétrio Arruda e o menino Mikelangelo, aventando a hipótese de uma possível
ligação entre os casos. Porém o primeiro foi dado para adoção, ainda bebê, no
Natal de 1979, no estado do Mato Grosso. O segundo desapareceu, posteriormente,
em novembro de 1980, aos 4 anos de idade, em Foz do Iguaçu, Paraná. Trata-se do
caso de desaparecimento mais antigo do SICRIDE. Portanto não há chance de
Demétrio e Mikelangelo serem a mesma pessoa. As ocorrências são distintas.
*Mikelangelo Alves da Silva é o caso de desaparecimento mais antigo do SICRIDE. A ocorrência permanece sem solução 40 anos depois do sumiço do menino.