terça-feira, 6 de outubro de 2026

CASO MARIANA: POLÍCIA, BOMBEIROS E POPULARES FAZEM BUSCAS

    



 "A polícia não excluiu da linha de investigação a possibilidade de Mariana estar morta. O uso de cães farejadores nas buscas é um indício de  que a hipótese é considerada".






     A Polícia Civil, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros  e um grupo de populares fizeram ontem, terça-feira, buscas pela menina Mariana Queiroz de Carvalho, 10 anos, desaparecida em 1/10/2026, quando seguia para o colégio. O trabalhos foram  realizados em Nova Iguaçu,  município do Rio de Janeiro, no bairro do Ipiranga, onde a menina foi avistada pela última vez. 



      A polícia não excluiu da linha de investigação a possibilidade de Mariana estar morta. O uso de cães farejadores nas buscas é um indício de que a hipótese é considerada. Escavações à  beira de um rio foram feitas por populares para encontrar um suposto cadáver. Porém nada foi localizado.




    Um fato relevante é  que apesar da comoção  gerada pelo desaparecimento da menina, nenhum familiar esteve presente no início buscas. As informações são  de que uma tia de Mariana estava a caminho do local. Quanto aos pais, eles prestaram depoimento,  no dia 5, na DHBF, setor de desaparecidos. 







 O delegado Wilians Batista - DHBF- que está  à frente do caso, participou das buscas,  dando andamento às  investigações. Ele colheu informações com moradores da região e encaminhou dois tios de Mariana para depoimento na delegacia, conforme expôs a reportagem da Record Rio, Balanço Geral RJ.











segunda-feira, 5 de outubro de 2026

CASO MARIANA: MÃE INCENDEIA CASA COM OS PERTENCES DA MENINA DESAPARECIDA

  

    



   "A única certeza, até agora, é que a mãe da menina, Carla Silva, colocou fogo na casa. Ela mesma confirmou em um áudio.Vizinhos afirmam que a casa foi esvaziada antes de ser incendiada. A ação ocorreu justamente na data em que a Polícia Civil faria a perícia no local. Os pertences de Mariana não foram retirados".


    

    Desde o desaparecimento de Mariana, em 1 de outubro, vários relatos  acerca  do desaparecimento da criança vieram a público. Testemunhas dizem ter visto a criança entrar em um carro. Há  quem afirme que a garota foi arrastada para o mato por um familiar. Nenhuma versão, até  então, foi confirmada. 






    A única certeza, até agora, é que a mãe da menina, Carla Silva, colocou fogo na casa. Ela mesma confirmou em um áudio.Vizinhos afirmam que a casa foi esvaziada antes de ser incendiada. A ação ocorreu justamente na data em que a Polícia Civil faria a perícia no local. Os pertences de Mariana não foram retirados. Perderam-se nas chamas. Familiares alegam que a mãe  da menina surtou. Ela foi encaminhada à  DHBF - Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense- junto com o pai da criança.




 Familiares de Mariana, além  dos pais, também  foram à DHBF prestar depoimento. O delegado encarregado da investigação,  dr. Wilians Batista,  está dando andamento às  investigações, colhendo indícios e provas que levem à conclusão do caso ou pelo menos aproximem da solução  para posterior comunicação à imprensa. 




   Qualquer informação  sobre o paradeiro de Mariana Queiroz de Carvalho, 10 anos, desaparecida desde o dia 1/10/2026, deve ser repassada a FIA pelo telefone (21) 2286-8337 ou pelo Whatsapp (21) 98598-5296. A  garota  vestia o uniforme escolar quando desapareceu. Ela foi avistada pela ultima vez no bairro do Ipiranga , Nova Iguaçu. Seguia sozinha para  a escola na qual estudava. 







sexta-feira, 2 de outubro de 2026

MARIANA QUEIROZ DE CARVALHO - MENINA DE 10 ANOS DESAPARECE EM NOVA IGUAÇU

                           





  "As buscas iniciais foram realizadas por familiares e amigos. Percorreram as ruas do bairro,  hospitais e IMLs( Instituto Médico Legal), mas não obtiveram resultado".




    Mariana Queiroz de Carvalho, 10 anos, desapareceu em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Foi avistada pela ultima vez em 1 de outubro de 2026. Saiu de casa, no bairro do Ipiranga, para ir à  escola, mas não chegou ao destino. Naquele dia, a menina fez o percurso de 1km sozinha. 






    As buscas iniciais foram realizadas por familiares e amigos. Percorreram as ruas do bairro,  hospitais e IMLs( Instituto Médico Legal), mas não obtiveram resultado. Diante da situação,  recorreram à  polícia. O desaparecimento foi registrado na 56ª DP. 







    Em manifestação no bairro Marapicu, Nova Iguaçu, a família pedia respostas ao desaparecimento de Mariana.  A mãe  da criança, Cláudia Silva, declarou à Record Rio: "Eu só  quero a minha filha. Eu só  quero a minha filha. Se a minha filha morrer, eu morro". 






     O desaparecimento de Mariana ocorreu próximo ao lugar no qual há  17 anos, em agosto de 2009,  a menina Luciane Torres da Silva desapareceu.  Ela foi levada por um homem no Km 32, quando seguia para uma padaria próxima de casa. O desaparecimento de Mariana em 2026 emocionou Luciene Torres, mãe de Luciane. Ela declarou ao @ccdesap: "Estou acompanhando. Estou orando, mas o coração está apertado". 











            

              

domingo, 24 de maio de 2026

25 DE MAIO: DIA INTERNACIONAL DAS CRIANÇAS DESAPARECIDAS







Elisa Ladeira Rodrigues






Wesley Pires Alves Filho






Lucas Fernandes Silva








Vitória Nunes Barcellos









João Rafael Santos Kovalski









Bruna Marques Melo





Luciane Torres da Silva






Vitória Claudiano Nogueira






Guilherme Caramês Tiburtius






 

domingo, 3 de maio de 2026

CRIANÇAS DESAPARECIDAS ENTRAM EM CAMPO NO CLÁSSICO CARIOCA FLAMENGO X VASCO

     



                                                            *Foto Comunicação FIA


"As fotos exibidas no cartaz, dentro de campo, antes do jogo , também apareceram no telão do Maracanã. A ação teve um alcance relevante. Somente no estádio, mais de 60 mil pessoas estavam presentes. Considerando a audiência da televisão, a estimativa é que mais de 3 milhões de pessoas assistiram ao jogo e consequentemente viram a manifestação pelas crianças desaparecidas".

   

    O clássico Flamengo  x Vasco, válido pelo campeonato brasileiro, realizado domingo, 3 de maio, no Maracanã, teve momentos de emoção além da bola rolando em campo. Uma ação voltada para o desaparecimento infantil foi realizada em frente à estátua do Bellini, antes do início do jogo, e posteriormente estendida ao interior do estádio. Trata-se de uma iniciativa do SOS Crianças Desaparecidas visando expor o drama do desaparecimento infantil no estado do Rio de Janeiro, que atualmente possui 638 crianças e adolescentes com paradeiro ignorado. 




                                                        * Fotos Comunicação FIA



    As fotos exibidas no cartaz dentro de campo, antes do jogo , também apareceram no telão do Maracanã. A ação teve um alcance relevante. Somente no estádio, mais de 60 mil pessoas estavam presentes. Considerando a audiência da televisão, a estimativa é que mais de 3 milhões de pessoas assistiram ao jogo e consequentemente viram a manifestação pelas crianças desaparecidas. 




*Foto Comunicação FIA


    A presidente da ONG Mães Virtuosas do Brasil, Luciene Torres, participou do ato. A filha, Luciane Torres da Silva , desaparecida em 2009, tem a foto estampada no cartaz do SOS Crianças Desaparecidas e também teve o rosto exibido no  telão do estádio. O momento marcante ficou ainda mais intenso com a boa receptividade dos torcedores ao ato. Luciene  declarou ao @ccdesap : É muito emocionante ver todo o Maracanã aplaudindo a causa".

















    Algumas das crianças desaparecidas incluídas na ação de divulgação do SOS Crianças Desaparecidas, no Maracanã, já tiveram os casos publicados pelo @ccdesap. Luciane Torres da Silva, Vitória  Claudiano Nogueira e Vitória Nunes Barcellos dos Santos permanecem com o paradeiro ignorado. Os dois primeiros desaparecimentos ocorreram em 2009, completando 17 anos em 2026. O terceiro caso, mais recente, aconteceu em 2015. Está sem solução há mais de uma década. 




terça-feira, 24 de março de 2026

ATUALIZAÇÃO CASO LUCIANE TORRES DA SILVA

   


"Eu ouvi da dra. Helen Souto (DDPA/RJ) que o caso da Luciane corria sob segredo de justiça, porque estava na Interpol. Alguns anos depois, o Ministério Público falou que não estava na Interpol, porque sequer tinha ido para a Polícia Federal". 




    Luciane Torres da Silva desapareceu em 30/8/2009, em Nova Iguaçu / RJ. Trata-se de um dos casos de maior apelo no que diz respeito ao desaparecimento de crianças no estado. A menina foi a uma padaria próxima à casa em que morava, no Km 32 da antiga Rio - São Paulo, e não retornou ao lar. O paradeiro da criança, atualmente uma jovem de 25 anos, permanece ignorado.

    


Em live no canal Desaparecidos Oficial - Youtube - Luciene P. Torres conta a história do desaparecimento da filha Luciane, em agosto de 2009, e relata o drama vivenciado no período pós-desaparecimento. A ausência forçada completará 17 anos em 2026.


    Quase 17 anos depois, o caso não está arquivado. Conforme determina a lei 13.812/2019, a investigação acerca de um desaparecimento só pode ser encerrada após a localização da pessoa desaparecida. Porém, o fato dos órgãos competentes não trocarem informações dificulta o processo, não apenas no contexto investigativo, como também nas notícias desencontradas que chegam aos familiares. 





     Luciene Torres, mãe de Luciane, expôs ao @ccdesap que a polícia e o Ministério Público passaram a ela informações distintas sobre o andamento do caso da filha. Ela disse: "Eu ouvi da dra. Helen Souto (DDPA/RJ) que o caso da Luciane corria sob segredo de justiça, porque estava na Interpol. Alguns anos depois, o Ministério Público falou que não estava na Interpol, porque sequer tinha ido para a Polícia Federal". 



       Atualmente, Luciene confirma a federalização do caso. A Polícia Federal está à frente das investigações há mais de um ano. Assegura que está dando andamento aos trabalhos, mas não comunica à família como está se desenvolvendo. Caso tenha algum indício de que Luciane está fora do Brasil, o caso será repassado à Interpol. Este modelo de investigação é classificado por Luciene como "uma tortura". 






sábado, 14 de março de 2026

REUNIÃO CDH - DEBATE DE DESAPARECIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES - PARTE 3 FINAL

     




    A série da reunião do CDH chega à postagem final, trazendo o depoimento de 2 convidados e 2 familiares de crianças desaparecidas, contando suas experiências de vida, através de um convívio diário com o desaparecimento de uma neta e de um filho, casos ocorridos no Pará e no Rio de Janeiro, abordados na audiência presidida pela senadora Damares Alves (Republicanos / DF).


José Angelo Pamplona, ex -conselheiro tutelar e professor




Marinete Moraes Lopes, avó de Elisa Ladeira








               Fábio Peres Peixoto - Diretor do Instituto Cultural Shelter






 Marize Araújo, mãe de Edson Davi da Silva Almeida