"A polícia não excluiu da linha de investigação a possibilidade de Mariana estar morta. O uso de cães farejadores nas buscas é um indício de que a hipótese é considerada".
A Polícia Civil, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e um grupo de populares fizeram ontem, terça-feira, buscas pela menina Mariana Queiroz de Carvalho, 10 anos, desaparecida em 1/10/2026, quando seguia para o colégio. O trabalhos foram realizados em Nova Iguaçu, município do Rio de Janeiro, no bairro do Ipiranga, onde a menina foi avistada pela última vez.
A polícia não excluiu da linha de investigação a possibilidade de Mariana estar morta. O uso de cães farejadores nas buscas é um indício de que a hipótese é considerada. Escavações à beira de um rio foram feitas por populares para encontrar um suposto cadáver. Porém nada foi localizado.
Um fato relevante é que apesar da comoção gerada pelo desaparecimento da menina, nenhum familiar esteve presente no início buscas. As informações são de que uma tia de Mariana estava a caminho do local. Quanto aos pais, eles prestaram depoimento, no dia 5, na DHBF, setor de desaparecidos.
O delegado Wilians Batista - DHBF- que está à frente do caso, participou das buscas, dando andamento às investigações. Ele colheu informações com moradores da região e encaminhou dois tios de Mariana para depoimento na delegacia, conforme expôs a reportagem da Record Rio, Balanço Geral RJ.



















































