segunda-feira, 1 de março de 2021

MENINA DE 12 ANOS DESAPARECE NA BAIXADA FLUMINENSE



"Rebeca Fernandes Monteiro, 12 anos, desapareceu em Nova Iguaçu  o maior município da Baixada Fluminense. Foi avistada pela última vez no dia 4 / 2 / 2021. O paradeiro da menina é ignorado há quase 1 mês.  O número do Registro de Ocorrência é 056-01007/2021". 



   Rebeca Fernandes Monteiro, 12 anos, desapareceu em Nova Iguaçu  o maior município da Baixada Fluminense. Foi avistada pela última vez no dia 4 / 2 / 2021. O paradeiro da menina é ignorado há quase 1 mês.  O número do Registro de Ocorrência é 056-01007/2021. 



      O sumiço de Rebeca é mais um caso na Baixada Fluminense que vai entrar para as estatísticas que apontam a região como a área com maior índice de desaparecimento no Estado do Rio de Janeiro, tendo 60% das ocorrências, segundo dados do Instituto de Segurança Pública. Os dados expõem que as medidas preventivas devem ser intensificadas nesta parte da cidade para, pelo menos, reduzir os números relativos a este tipo de acontecimento.



    Outro caso ocorrido na Baixada Fluminense ocorreu ano passado, em 27/12/2020, no município de Belford Roxo. Os meninos Lucas Matheus, Alexandre da Silva e Fernando Henrique Ribeiro Soares, respectivamente 8, 10 e 11 anos, desapareceram nos arredores do condomínio em que moravam. Foram a um campinho próximo de casa e não retornaram. As investigações estão em andamento, sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).



    Qualquer informação sobre o paradeiro da menina Rebeca Fernandes Monteiro deve ser repassada ao SOS Crianças Desaparecidas pelo telefone (21) 2286-8337. O órgão é ligado à Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), entidade do Governo do Estado que já localizou mais de 3 mil crianças desaparecidas, divulgando os casos nas redes sociais e trabalhando no auxílio às famílias dos menores com paradeiro ignorado.

    



sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

JOVENS DESAPARECIDOS NA REGIÃO DOS LAGOS

    




"A Região dos Lagos, conhecida pela paisagem natural composta por maravilhosas praias,  também aparece nas redes sociais ligada a outro assunto: o desaparecimento infantil. Neste ano de 2021 já foram divulgados 2 desaparecimentos de menores, além de outro caso acontecido em 2017". 



     A Região dos Lagos, conhecida pela paisagem natural composta por maravilhosas praias,  também aparece nas redes sociais ligada a outro assunto: o desaparecimento infantil. Neste ano de 2021 já foram divulgados 2 desaparecimentos de menores, além de outro caso acontecido em 2017. Os municípios de Cabo Frio, Araruama e Maricá foram os cenários das ocorrências citadas.

    


    O primeiro caso, ocorrido em 2017, foi tema de publicação do @ccdesap em 24/2/2021, postagem MENOR COM TRANSTORNOS PSICOLÓGICOS DESPARECE EM CABO FRIO/RJ. Trata-se do desaparecimento de Weslley Souza Gonçalves , na época com 17 anos. Atualmente ele tem 20, 21 anos. O menor, portador de transtorno psicológico, saiu de casa por volta de 1 hora da manhã e não foi mais visto. Uma cicatriz no rosto e tatuagens nas mãos, braços, pernas e costas são características que podem ajudar no reconhecimento do desaparecido. Conforme foi destacado na postagem, há um desencontro , intervalo de 1 mês,  em relação à data da ocorrência.




    Luiz Guilherme da Silva Casagrande, 15 anos, desapareceu no dia 15/1/2021, em Araruama. O caso foi destacado pelo @ccdesap na postagem CRIANÇA DESAPARECIDA NO RJ: LUIZ GUILHERME DA SILVA CASAGRANDE . Também foi abordado na publicação MENINOS DE BELFORD ROXO E LUIZ GUILHERME DA SILVA CASAGRANDE . O desaparecimento do jovem foi divulgado nas redes sociais da Fundação para a Infância e Adolescência (FIA) no final de janeiro.





    O caso mais recente aconteceu em Maricá. Luiz Carlos C. Herbstb, 15 anos, desapareceu em 9/2/2021. O desaparecimento está sendo divulgado nas redes sociais da FIA. Não há maiores informações. O número do Registro de Ocorrência (RO) é 082 - 01046/2021.




quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

MENINOS DE BELFORD ROXO: MAIS UM CASO MARCANTE SEM SOLUÇÃO?





"O desaparecimento dos meninos de Belford Roxo, infelizmente, tem a possibilidade de se tornar um caso emblemático sem solução, figurando ao lado de sumiços de grande apelo  que não tiveram as investigações concluídas".





    O desaparecimento dos meninos de Belford Roxo - Lucas Matheus da Silva, Alexandre da Silva e Fernando Henrique Ribeiro Soares -, respectivamente 8, 10 e 11 anos de idade, está próximo de completar 2 meses. Foram avistados pela última vez, no dia 27/12/2020. Não há qualquer informação sobre o paradeiro dos menores. Os familiares fazem buscas paralelamente à polícia, já sofreram até acidente de carro na Avenida Brasil, mas não têm êxito. A falta de respostas persiste, apesar da grande quantidade de informações que chegam aos órgãos competentes. Na maioria das vezes são falsas.  Este cenário leva a uma direção preocupante, que ganha mais força com o passar do tempo, expondo indícios de que o caso está longe de ser solucionado.














    Trata-se de uma ocorrência atípica, 3 crianças desaparecidas simultaneamente sem deixar rastros. A polícia já fez inúmeras diligências, chegou a trocar tiros com traficantes no morro Castelar, mas não chegou aos garotos. O envolvimento de um suspeito foi descartado e uma suposta participação do tráfico  foi cogitada, dentro da investigação oficial. À parte, Rafael Alcadipani, especialista em segurança da Fundação Getúlio Vargas (FGV), levantou a hipótese de que o sumiço dos meninos estivesse ligado a uma possível ação da milícia.





    O Governador Cláudio Castro disponibilizou reforços para as equipes de investigação. Nas redes sociais se manifestou sobre o caso. Prestou solidariedade às famílias e pediu que a população informasse a polícia, caso tivesse pistas do paradeiro do trio de menores. O Governo do Estado também se faz presente através da Fundação para a Infância e Adolescência (FIA) e da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos. Esta última sediou reunião, no início de fevereiro, entre os familiares dos menores desaparecidos,  o Secretário Bruno Dauaire, e a Superintendente de Enfrentamento de Pessoas Desaparecidas Jovita Belfort. Também participou por videoconferência a Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos Damares Alves. A assistência às famílias e as ações imediatas relativas ao caso fizeram parte da pauta.




    O fato é que nem a intervenção direta das autoridades trouxe à tona uma resposta. Fevereiro já está no fim e não houve alteração no cenário da ocorrência. O desaparecimento dos meninos de Belford Roxo, infelizmente, tem a possibilidade de se tornar um caso emblemático sem solução, figurando ao lado de sumiços de grande apelo  que não tiveram as investigações concluídas. Considerando o Rio de Janeiro, temos o caso Carlinhos, arrebatado de casa em 1973, e os sequestros em série de meninas, ocorridos entre 2002 e 2009 , que tiveram o sequestrador identificado, mas este jamais foi preso e as vítimas nunca foram encontradas. Diante destas referências as perspectivas são desanimadoras, mas  atualmente as condições estruturais dos trabalhos de busca e localização são muito maiores. Evoluíram, comparadas ao período das ocorrências anteriores, incluindo-se neste âmbito os meios de comunicação. Haja vista que a implantação de um sistema semelhante ao Alerta Amber é iminente. Uma ação necessária em um Estado que registra maior número de desaparecimentos do que de homicídios culposos.





        

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

MENOR COM TRANSTORNOS PSICOLÓGICOS DESAPARECE EM CABO FRIO/RJ

    



"Weslley Souza Gonçalves tem  transtorno psicológico. Ele foi avistado pela última vez na Região dos Lagos, município de Cabo Frio/RJ, na rua em que morava, no bairro Jacaré, por volta de 1 da manhã.  O paradeiro do jovem é ignorado há quase 4 anos. Ele desapareceu em 2017". 



    Weslley Souza Gonçalves tem  transtorno psicológico. Ele foi avistado pela última vez na Região dos Lagos, município de Cabo Frio/RJ, na rua em que morava, no bairro Jacaré, por volta de 1 da manhã.  O paradeiro do jovem é ignorado há quase 4 anos. Ele desapareceu em 2017. Não há informações sobre o Registro de Ocorrência e  sobre  o andamento das investigações.  




    É importante ressaltar que há um desencontro na data de desaparecimento do menor. Segundo publicação de 2018 do site  Desaparecidos do Brasil, Wesley desapareceu na madrugada do dia 31/7/2017. Porém nas redes sociais da Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), órgão do Governo do Estado do Rio de Janeiro, consta que ele desapareceu em 30/6/2017. O período é de 1 mês de diferença. Portanto, diante das 2 informações, fica a dúvida em relação ao dia certo em que a ocorrência aconteceu.



    Hoje Weslley está com aproximadamente 20, 21 anos. Algumas características particulares podem ser muito relevantes para ajudar a identificá-lo. Ele possui tatuagens nas mãos, nos braços, nas pernas e nas costas. Além disto tem uma cicatriz no rosto. Qualquer informação sobre a localização do jovem desaparecido deve ser repassada ao SOS Criança Desaparecida pelos números (21) 2286-8337 e (21) 98596 - 5296. 



    No caso de Weslley, o transtorno mental é a provável causa do desaparecimento. A vulnerabilidade nesta situação é muito maior, considerando-se inclusive as alterações causadas pelo transtorno psicológico, dificultando ainda mais o retorno do jovem ao lar, de modo que ele fique perdido, sem saber como voltar ou até transmitir informações para terceiros, como endereço ou telefone para contato, por exemplo, que viabilizem a localização de familiares. É provável que não tenha levado um documento de identificação.  Daí a necessidade de um acompanhamento permanente para evitar que situações como esta, nas quais imperam as incertezas, venham a ocorrer. 





sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

CRIANÇA DESAPARECIDA NO RJ: ANA CLARA CORREA XAVIER

   




"Ana Clara Correa Xavier, 13 anos, desapareceu no Rio de Janeiro, bairro do Estácio, em 6/2/2021.  O Registro de Ocorrência do caso é 018-00406/2021".




    Ana Clara Correa Xavier, 13 anos, desapareceu no Rio de Janeiro, bairro do Estácio, em 6/2/2021.  O Registro de Ocorrência do caso é 018-00406/2021. A região em que desapareceu Ana Clara está próxima ao Centro e à Tijuca, porém não há informações sobre o paradeiro da menor, permanecendo a dúvida se ela está nos arredores ou se foi mais longe. Também não há dados sobre o andamento das investigações.




    O desaparecimento de Ana Clara Correa Xavier foi divulgado nas redes sociais de órgãos especializados como a Fundação para a Infância e Adolescência (FIA) e a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). Outra referência que está envolvida no trabalho de localização da menina desaparecida é o Disque-Denúncia, voltado para a coleta de informações, posteriormente apuradas nas investigações, levando à localização da criança com o paradeiro, até então, ignorado.  




     A causa do desaparecimento não foi citada, mas há um leque de opções que podem ter dado origem ao fato. No Rio de Janeiro, a Fundação para a Infância e Adolescência (FIA) destaca que os conflitos familiares resultam na fuga de menores. A partir desta constatação, vem à tona a necessidade de medidas preventivas no âmbito do lar, sinalizando que o problema do desaparecimento infantil abrange a segurança e o contexto social. 



    Considerando que Fundação para a Infância e Adolescência já atuou no retorno de mais de 3 mil crianças para casa e levando-se em conta também o trabalho específico da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) , dentro do contexto investigativo, voltado apenas para os casos de desaparecimento, as perspectivas ligadas aos trabalhos de busca e localização de Ana Clara são positivas. Outro ponto favorável é que 84,9% das crianças desaparecidas entre 2019 e 2020 foram localizadas e retornaram à família. O percentual corresponde a 3196 menores. Ao todo aconteceram 3764 ocorrências. 





      

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

CRIANÇAS DESAPARECIDAS E RITUAIS SATÂNICOS

 








"...a Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, expôs as causas de desaparecimento infantil no país e destacou a possibilidade de que parte destes casos pode estar ligada à realização de rituais satânicos. Ela disse:  "... a gente já ouviu falar muito em rituais. Agora a gente vai confirmar com o Ministério da Justiça".








 Em vídeo no qual o Presidente da República, Jair Bolsonaro assinava o decreto 10622, viabilizando a criação do Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, publicado em 9/2/2021, a Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, expôs as causas de desaparecimento infantil no país e destacou a possibilidade de que parte destes casos pode estar ligada à realização de rituais satânicos. Ela disse:  "... a gente já ouviu falar muito em rituais. Agora a gente vai confirmar com o Ministério da Justiça.





        A afirmação da Ministra Damares tem base em rumores que relacionam  casos como os desaparecimentos de Leandro Bossi e Bruno Leal da Silva, além do sequestro de Fabíola Tormes à prática de rituais de magia negra. Os 2 primeiros casos citados estão sem solução até hoje.  Ocorreram respectivamente em 1992 e 1999. O terceiro é recente. Aconteceu em dezembro de 2020 e foi encerrado rapidamente com êxito. Os sequestradores da criança foram presos e a menina resgatada do cativeiro, local sujo e com brinquedos que chamaram a atenção dos policiais, devido ao "aspecto macabro". Daí a possível associação com rituais.





    Os processos investigativos não confirmaram os indícios que vinculavam os desaparecimentos à prática de rituais satânicos. As investigações sobre o desaparecimento de Leandro Bossi não encontraram provas suficientes. No caso de  Bruno Leal da Silva, a justiça não considerou elementos que apontavam para esta direção. O juiz Emerson Mota rejeitou denúncia por homicídio culposo, já havia decretado a prisão temporária do suspeito e de mais 2 mulheres estrangeiras, alegando "ausência de prova da morte". A condenação do suspeito  foi por posse ilegal de uma arma, apreendida na casa dele. Na ocorrência envolvendo a menina Fabíola, o delegado Fabio Pereira declarou que a motivação do crime foi pornografia infantil. A ligação com rituais satânicos foi oficialmente descartada.





    Estes rumores ligados à magia negra são apenas boatos ou não vieram à tona devido a falhas nas investigações? Era possível que os investigadores se aprofundassem e obtivessem novas evidências, provando que as suposições eram, de fato,  verdade? O questionamento é válido. A prova disto é que as investigações do desaparecimento de Bruno Leal da Silva foram reabertas, há 1 ano, pelo delegado Antônio Ractz Júnior. A foto do garoto em um centro espírita comandado pelo suspeito, um papel com o nome da criança escrito 7 vezes,  junto a uma cruz de madeira,  a imagem macabra enterrada no ponto da praia em que a bicicleta do menino desaparecido foi encontrada,  a marca de tinta do pedal da bicicleta de Bruno em um amassado na lateral do carro do suspeito, assim como o sangue no porta-mala são pontos relevantes que devem ser incluídos nesta releitura do caso. As dificuldades ficam por conta da passagem do tempo. O desaparecimento já completou 21 anos, prescreveu em 2019. Caso o culpado seja encontrado ou até confesse o crime, não sofrerá punições.  

 



         

        

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

CASO MICHELE DE JESUS DA CONCEIÇÃO

    




    

"Michele de Jesus da Conceição, 10 anos,  desapareceu no dia 7/9/2006, em Ceilândia / DF. Foi brincar na casa de uma amiga  e não retornou ao lar. Atualmente a menina já é adulta. Tem 24, 25 anos".

    




    Michele de Jesus da Conceição, 10 anos,  desapareceu no dia 7/9/2006, em Ceilândia / DF. Foi brincar na casa de uma amiga e não retornou ao lar. Atualmente a menina já é adulta. Tem 24, 25 anos. Não há pistas do paradeiro de Michele, desaparecida há 15 anos. O pai, Gercino Bernardo da Conceição , tentou localizá-la na Bahia, em casa de parentes, mas não encontrou a criança, conforme esperava. 



       Michele saiu de casa com a roupa do corpo e os óculos. Não levou pertence algum. Gercino estava no trabalho e ao retornar não encontrou a filha. A primeira atitude foi dirigir-se à 24ª delegacia     para registrar o desaparecimento da criança, R.O. 3772/2006.  As investigações não tiveram êxito. Em depoimento publicado no site Desaparecidos do Brasil, em 2013, o pai reconhece as dificuldades para reencontrar a filha, mas acredita na possibilidade: " A gente tem aquela esperança de encontrar, mas sabe que é muito difícil. Eu durmo, levanto e não sei onde ela está. Penso nisso o tempo todo". 






    Sem pistas acerca da localização de Michele, o que há de mais concreto em relação ao caso é a suposta aparência da menina aos 22 anos,  imagem produzida através da técnica de progressão de idade, arte da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Há esperança de que o trabalho, divulgado em sites especializados e nas redes sociais, viabilize o reconhecimento e a consequente localização da criança, hoje uma adulta. A reprodução não é exata, mas muito próxima do que vem a ser o real, apresentando margem de erro miníma. 





   O desaparecimento da filha causou depressão em Gercino. Ele passou a fazer uso de remédios controlados para lidar com a ausência de Michele. A situação expõe a necessidade de assistência psicológica aos pais e familiares de crianças desaparecidas, que reagem de forma variada à dor da perda repentina, sendo um trauma tão intenso, que em determinados casos, persiste até após a localização e retorno de uma criança ao convívio familiar. Este assunto foi abordado pelo CCDesap na postagem A SOLUÇÃO DO DESAPARECIMENTO DE UMA CRIANÇA NÃO É O FINAL DA HISTÓRIA, publicada em 15/10/2015.