quarta-feira, 4 de novembro de 2020

DIREITOS HUMANOS E POLÍTICA NACIONAL DE BUSCA DE PESSOAS DESAPARECIDAS




"Foram debatidas no evento as implementações de medidas que viabilizem a localização de crianças e adolescentes desaparecidos."




    O governo federal estuda a criação de um auxílio para as famílias de crianças desaparecidas. A possibilidade veio a público em uma reunião do Conselho Nacional dos Procuradores Gerais dos Estados e da União em 23/09/2020, ocorrida em  Porto Alegre / RS. O foco eram diretrizes ligadas à proteção dos Direitos Humanos e à Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas. 




*A ministra Damares Alves falou sobre a possibilidade de um auxílio para famílias de crianças desaparecidas. Também foram discutidas propostas que garantam maior celeridade ao processo de busca e localização. 



    Participaram da reunião a   ministra Damares Alves  - Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Fernando Ferreira, ouvidor nacional dos direitos humanos, Fabiano Dallazen, procurador - geral de justiça do Ministério Público do Rio Grande do Sul e presidente do Conselho Nacional dos Procuradores Gerais dos Estados e da União ( CNPG), Augusto Aras, procurador-geral da República e Tenente-Coronel Zucco,  deputado estadual / RS, entre outros.



*O Disque 100 é uma ferramenta relevante para os trabalhos de busca e localização de crianças desaparecidas.



    Foram debatidas no evento as implementações de medidas que viabilizem a localização de crianças e adolescentes desaparecidos. Isto inclui a criação de um aplicativo, de um banco de dados de reconhecimento facial e digital e de parcerias baseadas em um sistema de cooperação, que aumente a fluência de informações provenientes do Disque 100 e do Ligue 180, serviço vinculado ao Ministério Público. Também serão incluídos neste contexto dados provenientes da página da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos e do aplicativo  Direitos Humanos Brasil, além do grupo de telegram Direitoshumanosbrasilbolt.



* A proposta de uma parceria entre o governo federal e o Ministério Público, visando a troca mais rápida de informações acerca de denúncias ligadas a violações dos Direitos Humanos e ao desaparecimento de crianças, foi muito bem recebida na reunião do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG). Uma perspectiva positiva para as famílias que vivem este drama.


    A Relevância do Ministério Público, no que diz respeito à localização de crianças desaparecidas, foi destacada. O órgão teve a sua atuação reconhecida, sendo considerado indispensável para a prática de uma política de  estado voltada para a apuração de denúncias ligadas a violações dos direitos humanos.



    

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

CRIANÇA DESAPARECIDA EM NATAL: O CASO JOSÉ CARLOS DA SILVA

 




"O percurso de Rio Doce, onde morava, até o local de trabalho do irmão é de aproximadamente 1 Km. O menino pegou como atalho um caminho de barro, cercado por vegetações. A área é deserta, sem casas ou comércio. A circulação de pessoas é reduzida."


    José Carlos Silva, conhecido como "barbeiro", tem 8 anos de idade e desapareceu em Natal/RN, no dia 21/10/2020, quando levava um suco para o irmão mais velho, que trabalhava no cruzamento entre as Avenidas João Medeiros Filho e Moema Tinoco, em um sinal de trânsito. Manifestações populares, pelo retorno de José Carlos, ocorreram no dia 28/10/2020. As buscas pelo menino causam grande mobilização, inclusive por parte da imprensa,  mas ainda não há respostas sobre o seu  paradeiro.  



*O paradeiro de José Carlos da Silva permanece ignorado. A criança desapareceu no dia 21/10/2020 em Natal/RN.


    O percurso de Rio Doce, onde morava, até o local de trabalho do irmão é de aproximadamente 1 Km. O menino pegou como atalho um caminho de barro, cercado por vegetações. A área é deserta, sem casas ou comércio. A circulação de pessoas é reduzida.  A certeza de que o garoto esteve na região se deve ao testemunho de trabalhadores de uma construção, que viram José Carlos nos arredores e ainda deram água à criança.




*A faxineira Ozenilda das Dores acredita no retorno do filho, José Carlos da Silva. A criança desapareceu, quando levava suco para o irmão mais velho, que trabalhava em um semáforo na rua.


 

   "Estou com  mais esperança, porque pode ser que a polícia esteja na pista de quem levou meu filho.Tenho esperança de que ele ainda esteja vivo." Esta foi a declaração da mãe de José Carlos,  a faxineira Ozenilda das Dores da Silva,  à reportagem da Tribuna do Norte.  A preocupação, além do desaparecimento, fica por conta de um problema cardíaco do filho. Ele tem sopro no coração. 

* Nota emitida pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte e pela
Secretaria de Comunicação Social (SECOMS)


     As investigações do caso estão ao encargo do Núcleo de Investigação de Pessoas Desaparecidas (NIPD). Não há informações oficiais por parte da polícia. O objetivo é apurar os fatos sem divulgação para os trabalhos de busca não serem prejudicados. O único dado que veio a público, até então, foi a foto de um suspeito que a mãe da criança disse não conhecer.   

 

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

CASO ANDRESSA DE JESUS DA SILVA: MÃE PUBLICA CARTA ABERTA

 




"Os pontos mais relevantes do texto foram inúmeros questionamentos feitos a Anderson Silva sobre o desaparecimento de Andressa, além de cobrar do mesmo atitude e interesse pela situação da própria filha. Até a hipótese surpreendente de envolvimento do pai no sumiço da garota foi levantada." 



       O desaparecimento de Andressa de Jesus da Silva está próximo de completar 3 anos.  Em dezembro de 2019 o caso foi abordado aqui, no CCDesap, na postagem “CASO ANDRESSA DE JESUS DA SILVA”. A menina desapareceu no bairro Jardim Umarizal, zona sul da capital de São Paulo, região do Campo Limpo. O mistério em relação ao que aconteceu na tarde do dia 27/11/  2017 permanece e consequentemente o paradeiro da criança, à época com 10 anos de idade, ainda é ignorado. Ela saiu para brincar, comprar um sonho, mas não retornou. A última pessoa a ver Andressa foi um vizinho. Avistou a garota na esquina. Parecia esperar alguém.


*Andressa de Jesus da Silva com a mãe, Damiana Pereira. O    paradeiro da menina é ignorado. Ela desapareceu em 27/11/2017 no bairro Jardim Umarizal, em São Paulo.


      Em 17 de outubro deste ano, a mãe de Andressa, Damiana Pereira, escreveu uma carta aberta – Rapto da Minha Filha - , expondo o desaparecimento da filha, segundo o seu ponto de vista. Abordou assuntos familiares: o casamento, a separação, falou sobre o vínculo da filha com ela e com os irmãos. Também descreveu o jeito de ser da menina e a relação da criança com o pai. Os pontos mais relevantes do texto foram inúmeros questionamentos feitos a Anderson Silva sobre o desaparecimento de Andressa, além de cobrar do mesmo atitude e interesse pela situação da própria filha. Até a hipótese surpreendente de envolvimento do pai no sumiço da garota foi levantada.  A mensagem, na íntegra, foi publicada na página Procurando Andressa.




*Em reportagem da Rede Record, Anderson Silva, pai de Andressa, nega o envolvimento no desparecimento da filha. O vídeo está publicado no Youtube, canal Repórter Record Investigação.


       A falta de respostas em relação ao paradeiro de Andressa de Jesus da Silva fez a família recorrer a outro meio de busca. O objetivo é contratar um detetive particular que trabalhe paralelamente às investigações policiais. Para levar à frente esta idéia, foi iniciada uma “vakinha” virtual para a arrecadação de R$10 mil. Damiana Pereira afirma que metade da quantia servirá para pagar o investigador particular. A outra parte será dada como recompensa, caso alguém dê informações que levem à criança desaparecida.





* A contratação de um detetive particular é uma nova tentativa da família para localizar Andressa de Jesus da Silva. A menina desapareceu em 27/11/2017, no bairro Jardim Umarizal, em São Paulo.


     A mobilização em torno do desaparecimento de Andressa de Jesus da Silva vem aumentando nas redes sociais.  Considerando o Facebook e o Instagram, ao todo são quase 70 mil pessoas que abraçaram a causa do retorno de Andressa aos braços da mãe. Só a página Procurando Andressa, possui mais de 50 mil seguidores. Todos torcem por um desfecho que traga felicidade, após um período longo de muitas incertezas e sofrimento.




*A mobilização pelo retorno de Andressa de Jesus da Silva permanece. A página Procurando Andressa possui mais de 50 mil seguidores.

 

* O Central de Crianças Desaparecidas está no Twitter: @ccdesap

 


terça-feira, 20 de outubro de 2020

O DESAPARECIMENTO DE WESLEY PIRES ALVES FILHO






    "Segundo relatos, Wesley foi visto entrando em uma área de mata em um bairro vizinho, Vila Real. Também há testemunhos de pessoas que viram o menino em uma bicicleta à beira da rodovia Ronan Rocha, seguindo em direção a Patrocínio Paulista.   A partir destas referências, tudo acerca do paradeiro da criança é incerto. Várias pistas chegaram aos familiares, mas tratavam-se de alarmes falsos."




                                 

    Wesley Pires Alves Filho desapareceu em 28/8/2020, aos 13 anos, na cidade de Franca / SP. A última imagem do menino foi registrada por uma câmera de segurança na rua em que morava no bairro Jardim Aeroporto I. Ele caminhava normalmente. O destino era um “varejão”próximo à residência, porém o menor não chegou ao local. O garoto vestia um casaco moleton estampado com personagens da Looney Tunes, usava máscara branca e  calça comprida.



 *As câmeras de segurança registraram Wesley Pires Alves Filho saindo de casa. Estas     são imagens do garoto no dia em que desapareceu.


    Segundo relatos, Wesley foi visto entrando em uma área de mata em um bairro vizinho, Vila Real. Também há testemunhos de pessoas que viram o menino em uma bicicleta à beira da rodovia Ronan Rocha, seguindo em direção a Patrocínio Paulista.   A partir destas referências, tudo acerca do paradeiro da criança é incerto. Várias pistas chegaram aos familiares, mas tratavam-se de alarmes falsos.



* A mãe, Camila Alves, prossegue na busca por Wesley. Ele desapareceu em 28/08/2020, aos 13 anos, em Franca/SP.


   Em outubro, os pais de Weslinho, Wesley Alves e Camila Alves, foram à cidade de Sales e a Morro Agudo, seguindo as informações de um policial que afirmou ter visto o garoto. Disse que ele estava sujo e debilitado. Pai e mãe chegaram à criança, mas o menor não era Wesley.  Situação semelhante ocorreu dias depois em Ribeirão Preto. Um menino parecido com Wesley foi visto, mas os pais, novamente, constataram que não era o filho desaparecido.




*Um protesto de familiares de Wesley em frente à Delegacia de Investigações Gerais(DIG). Ainda não há respostas sobre o paradeiro do menino.

   As investigações sobre o desaparecimento de Wesley Pires Alves Filho estão sob responsabilidade da Delegacia de Investigações Gerais – DIG-.  Por volta da  segunda semana de outubro, os policiais localizaram um corpo, em avançado estado de decomposição, em um canavial, na cidade de Patrocínio Paulista. O pai do menino, apesar de estar certo de que  não se trata do cadáver  do filho desaparecido, precisou colher sangue para posterior exame de DNA. O caso, até então, permanece em aberto.



   
*Em vídeo postado em seu perfil no Facebook e publicado pelo Portal     GCN, Camila   Alves faz um desabafo sobre o desaparecimento do filho, Wesley.                                            
 



quinta-feira, 15 de outubro de 2020

CASOS SHIR FRIDMAN, DEMETRINHO E MIKELANGELO ALVES DA SILVA


*Demétrio  Arruda Filho, o Demetrinho, tem um canal oficial no Youtube: Demetrinho Arruda Oficial






"O Central de Crianças Desaparecidas tomou ciência da história de Demétrio Arruda Filho por meio do comentário de um leitor na postagem “O Caso Mikelangelo Alves da Silva”. A mensagem apontava uma semelhança entre Demétrio Arruda e o menino Mikelangelo, aventando a hipótese de uma possível ligação entre os casos." 









*Demetrinho e os pais adotivos. O rapaz só iniciou a busca pela mãe biológica, após a morte da sua mãe de coração.

    O universo das crianças desaparecidas traz à tona um caminho inverso em relação à busca pelos menores que  sumiram sem deixar rastro. É possível, sim, que eles estejam vivos, fazendo o papel de buscadores. Anteriormente alvos da procura dos familiares, estes ao se tornarem adultos, cientes da origem desconhecida, agem para encontrar o paradeiro de seus pais, irmãos e parentes em geral. Mesmo que tenham encontrado amor através da adoção, o contexto biológico ainda tem um peso significativo na vida destas pessoas.



*Shir Fridman reencontrou a família somente aos 29 anos. Ela foi vítima de sequestro na década de 80 e levada para Israel, ainda recém-nascida.


    Em 23 /09/2015, um caso com estas características foi publicado pelo Central de Crianças Desaparecidas. A postagem  “ O Tráfico de Pessoas e as Crianças Desaparecidas no Brasil” abordou o caso de Shir Fridman. Sequestrada nos anos 80, na região sul do Brasil, ela foi levada ainda bebê para Israel. Somente aos 29 anos, por meio do SOS Desaparecidos, a jovem voltou a ficar frente a frente com a família biológica em Itajaí/SC.



*Demétrio Arruda Filho e Mikelangelo Alves da Silva. Uma suposta relação entre os casos está descartada.




    Caso semelhante ocorre com Demétrio  Arruda Filho, conhecido como  Demetrinho. Atualmente ele tem 40 anos, é produtor cultural. Está casado e tem um enteado. Porém a transparência do presente contrasta com a obscuridade do passado, no que diz respeito às dúvidas em relação às origens. Ele busca a mãe biológica, até então desconhecida. O que há de mais concreto é a figura de uma freira que ofereceu-o bebê aos pais adotivos – Bonifácia Eugênia e Demétrio Arruda -  em Rosário Oeste / MT. Ela dizia que a criança nasceu em um bordel na cidade de Nobres. Também existe uma testemunha, identificada como Antonina, que acompanhou a mãe adotiva, quando esta foi buscar o filho, conforme exposto em matéria veiculada pelo site rdnews.com.br, em 12/05/2019.



*Demétrio Arruda Filho e Mikelangelo Alves da Silva. A progressão digital mostra que são pessoas diferentes. Também existe uma diferença de idade entre ambos. Mikelangelo é 4 anos mais velho.


    O Central de Crianças Desaparecidas tomou ciência da história de Demétrio Arruda Filho por meio do comentário de um leitor na postagem “O Caso Mikelangelo Alves da Silva”. A mensagem apontava uma semelhança entre Demétrio Arruda e o menino Mikelangelo, aventando a hipótese de uma possível ligação entre os casos. Porém o primeiro foi dado para adoção, ainda bebê, no Natal de 1979, no estado do Mato Grosso. O segundo desapareceu, posteriormente, em novembro de 1980, aos 4 anos de idade, em Foz do Iguaçu, Paraná. Trata-se do caso de desaparecimento mais antigo do SICRIDE. Portanto não há chance de Demétrio e Mikelangelo serem a mesma pessoa. As ocorrências são distintas.



*Mikelangelo Alves da Silva é o caso de desaparecimento mais antigo do SICRIDE. A ocorrência permanece sem solução 40 anos depois do sumiço do menino.





quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

BRUNA MARQUES MELO: ALARME FALSO



"Gente é com o coração em prantos que viemos aqui informar que o DNA deu Negativo, não é nossa menina Bruna Marques Melo, tudo foi feito no mais absoluto sigilo por uma questão de segurança para ambas as partes, a Joseli recebeu uma mensagem no Messenger, com informações, entrou em contato com a menina e tudo batia, as cicatrizes, a marca da verruga, as manchas na pele, a aparência e semelhança com o irmão gêmeo, Lili viajou para o Mato Grosso do Sul, em sigilo, mas infelizmente o exame deu Negativo".









           Em outubro deste ano a progressão digital de Bruna Marques Melo foi publicada.O trabalho -  obra do Laboratório de Arte Forense do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa de  São Paulo - revelou o provável rosto da menina, atualmente com 14 anos. Trata-se de mais um artifício para solucionar um desaparecimento que completou 10 anos.





             

                Bruna desapareceu  em Frutal, Minas Gerais, em 23 de outubro de 2009. Ela brincava na porta de casa com o irmão gêmeo e outras crianças, quando sumiu. Bruna não foi mais vista, depois que um carro abordou os menores, entregando ingressos para um circo que estava na cidade. A menina não retornou para casa. Foi a única do grupo que não havia recebido o ingresso. Ao procurá-la na rua, a mãe, Joseli Melo, encontrou apenas a bicicleta da menina. A suspeita, segundo as investigações, é que ela tenha sido levada por um grupo de ciganos.











                      A solução do caso parecia próxima em novembro de 2019. Uma menina com as características de Bruna foi encontrada. Até a marca de uma verruga que a menina possui na mão direita correspondia. A identificação da jovem e a cidade em que foi localizada não foram reveladas por motivo de segurança. O exame de DNA foi realizado em 8 de novembro. Após 10 dias o resultado foi divulgado. Infelizmente deu negativo. A garota não era Bruna.







            A busca continua. A expectativa criada pelo alarme falso, aparentando uma aproximação do desfecho do caso, foi mais um golpe forte na família e em todos que torcem pela descoberta do paradeiro de Bruna. A ânsia em encontrá-la leva à sugestão de um novo exame, um tira-teima. Em publicação no Facebook, página Todos Juntos por Bruna Marques Melo, a família expôs a decepção com o resultado do exame. "Gente é com o coração em prantos que viemos aqui informar que o DNA deu Negativo, não é nossa menina Bruna Marques Melo, tudo foi feito no mais absoluto sigilo por uma questão de segurança para ambas as partes, a Joseli recebeu uma mensagem no Messenger, com informações, entrou em contato com a menina e tudo batia, as cicatrizes, a marca da verruga, as manchas na pele, a aparência e semelhança com o irmão gêmeo, Lili viajou para o Mato Grosso do Sul, em sigilo, mas infelizmente o exame deu Negativo".



quinta-feira, 17 de outubro de 2019

CASO ANDRESSA DE JESUS DA SILVA


   A página Procurando Andressa - Facebook - é um espaço utilizado pela família para divulgar o caso e buscar respostas até então não encontradas. Possui mais de 50 mil seguidores, mas a mobilização, até então, não trouxe respostas.






     Andressa de Jesus da Silva desapareceu no dia 27 de novembro de 2017 no Jardim Umarizal, região do Campo Limpo, zona sul da capital paulista, aos 10 anos. Foi avistada pela última vez na rua Caverá, por volta das 18 horas, em frente à casa onde morava. No dia do desaparecimento, Andressa usava um vestido bege e uma pulseira azul. O cabelo estava preso.



            Andressa estava sob os cuidados do irmão, Renan Silva Ramos. Ela saiu para brincar, seguindo o horário de costume, e não retornou. Segundo relato do irmão, em reportagem veiculada pela rede Record,    em dezembro de 2018 ,  Andressa caminhou até a metade da rua e chamou por uma amiga da vizinhança. Depois disto não foi mais vista. O que mais impressiona é o fato de ninguém saber o que aconteceu, pois o local estava movimentado. 


           


        Aproximadamente meia hora após a saída da criança, o pai , Anderson Silva, e o irmão procuraram pela garota no quarteirão. Andressa não estava na casa da amiga e nem nos arredores. Uma testemunha afirmou que chegou a ver a criança. Disse que ela  parecia esperar por alguma pessoa. A mãe de Andressa, Damiana Pereira da Silva, acredita que alguém tenha visto algo, mas não quer declarar. 


     





           
           A página Procurando Andressa - Facebook - é um espaço utilizado pela família para divulgar o caso e buscar respostas até então não encontradas. Possui mais de 50 mil seguidores, mas a mobilização, até então, não trouxe respostas. O desaparecimento da menor completará 2 anos em novembro de 2019. Até agora o paradeiro da criança permanece ignorado. As investigações policiais nada revelaram.