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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

BRUNA MARQUES MELO: ALARME FALSO



"Gente é com o coração em prantos que viemos aqui informar que o DNA deu Negativo, não é nossa menina Bruna Marques Melo, tudo foi feito no mais absoluto sigilo por uma questão de segurança para ambas as partes, a Joseli recebeu uma mensagem no Messenger, com informações, entrou em contato com a menina e tudo batia, as cicatrizes, a marca da verruga, as manchas na pele, a aparência e semelhança com o irmão gêmeo, Lili viajou para o Mato Grosso do Sul, em sigilo, mas infelizmente o exame deu Negativo".









           Em outubro deste ano a progressão digital de Bruna Marques Melo foi publicada.O trabalho -  obra do Laboratório de Arte Forense do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa de  São Paulo - revelou o provável rosto da menina, atualmente com 14 anos. Trata-se de mais um artifício para solucionar um desaparecimento que completou 10 anos.





             

                Bruna desapareceu  em Frutal, Minas Gerais, em 23 de outubro de 2009. Ela brincava na porta de casa com o irmão gêmeo e outras crianças, quando sumiu. Bruna não foi mais vista, depois que um carro abordou os menores, entregando ingressos para um circo que estava na cidade. A menina não retornou para casa. Foi a única do grupo que não havia recebido o ingresso. Ao procurá-la na rua, a mãe, Joseli Melo, encontrou apenas a bicicleta da menina. A suspeita, segundo as investigações, é que ela tenha sido levada por um grupo de ciganos.











                      A solução do caso parecia próxima em novembro de 2019. Uma menina com as características de Bruna foi encontrada. Até a marca de uma verruga que a menina possui na mão direita correspondia. A identificação da jovem e a cidade em que foi localizada não foram reveladas por motivo de segurança. O exame de DNA foi realizado em 8 de novembro. Após 10 dias o resultado foi divulgado. Infelizmente deu negativo. A garota não era Bruna.







            A busca continua. A expectativa criada pelo alarme falso, aparentando uma aproximação do desfecho do caso, foi mais um golpe forte na família e em todos que torcem pela descoberta do paradeiro de Bruna. A ânsia em encontrá-la leva à sugestão de um novo exame, um tira-teima. Em publicação no Facebook, página Todos Juntos por Bruna Marques Melo, a família expôs a decepção com o resultado do exame. "Gente é com o coração em prantos que viemos aqui informar que o DNA deu Negativo, não é nossa menina Bruna Marques Melo, tudo foi feito no mais absoluto sigilo por uma questão de segurança para ambas as partes, a Joseli recebeu uma mensagem no Messenger, com informações, entrou em contato com a menina e tudo batia, as cicatrizes, a marca da verruga, as manchas na pele, a aparência e semelhança com o irmão gêmeo, Lili viajou para o Mato Grosso do Sul, em sigilo, mas infelizmente o exame deu Negativo".



quarta-feira, 9 de setembro de 2015

CASO STEFANI VITÓRIA ROCHINSKI

         





          As buscas por Stefani começaram com o auxílio de amigos e parentes A família deu por falta da menina, ela retornava do colégio por volta do meio-dia, e resolveu procurá-la por conta própria. A constatação de que a criança não estava no trabalho da mãe foi a confirmação de que algo anormal havia acontecido.





     Stefani Vitória Rochinski, desapareceu aos 10 anos, no dia 4 de maio de 2012, em Porto Amazonas, Paraná. Ela saiu de casa por volta das 6h e 30 da manhã para ir à escola e não voltou para casa. Naquela sexta-feira,  Stefani nem chegou ao Colégio Estadual Coronel Amazonas, onde cursava a 5ª série do Ensino Fundamental. Segundo alguns relatos, a garota foi avistada pela última vez nas proximidades do colégio acompanhada por uma mulher loira. A estudante não entrou em sala de aula, na ocasião, conforme informaram  ao irmão de Stefani, Ednildo Rochinski,  alunos e professores.
     
     

     As buscas por Stefani começaram com o auxílio de amigos e parentes A família deu por falta da menina, ela retornava do colégio por volta do meio-dia, e resolveu procurá-la por conta própria. A constatação de que a criança não estava no trabalho da mãe foi a confirmação de que algo anormal havia acontecido. Sem êxito na procura pela garota, foi necessário avisar à policia e ao Conselho Tutelar. Além da polícia de Porto Amazonas, o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas  - SICRIDE - também assumiu as investigações sobre o desaparecimento da menor.



       Os cães farejadores da polícia seguiram o trajeto que Stefani estava acostumada a fazer todas as manhãs para ir ao colégio. Os cachorros detectaram sinais da menina na casa de um vizinho. O suspeito foi levado para uma delegacia em Ponta Grossa e teve a prisão preventiva decretada. A falta de provas que ligassem o homem ao desaparecimento da criança permitiu que ele fosse liberado posteriormente. Deste modo, o foco passou a ser a mulher desconhecida vista com Stefani nos arredores do colégio em que a menina estudava. Os indícios do envolvimento desta desconhecida no sumiço da menor ganharam ainda mais força com os depoimentos de algumas testemunhas, que relataram ter visto Stefani em 2 carros, na região de Porto Amazonas, ambos dirigidos por mulheres. A provável sequestradora contava com uma cúmplice.





      Em maio de  2015, 3 anos após o desaparecimento de Stefani, os pais da criança não perdem a esperança de encontrá-la. A presença de uma nova delegada à frente do caso trouxe novas expectativas.  Edgar Rochinski, pai de Stefani, afirmou ao site G1: "A fé em Deus é o que nos mantém em pé. Estamos sempre orando, esperando por uma notícia." A mãe da menina, Zenilda Rochinski, diz aposta em um final feliz para o caso e elogia o empenho da polícia no processo investigativo. Ela declara: "A gente confia no trabalho deles e acreditamos que vai dar tudo certo." Infelizmente, apesar do otimismo dos familiares e das mudanças no comando das investigações, o caso Stefani permanece estagnado. Até então não há novas pistas sobre o paradeiro da garota.