"A fotografia de uma menina semelhante à Mariana "viralizou" nas redes sociais. A possibilidade de localizá-la com vida parecia muito próxima".
As buscas por Mariana, até então, não trouxeram respostas. As pistas concretas não existem. A informação mais recente é o retorno de dois tios da criança à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) para prestar depoimento. Eles pediram abrigo no local, pois estavam perambulando pelas ruas. Tiveram a casa depredada.
Nas varreduras anteriores, a polícia encontrou tranças de cabelo, uma faca e restos de roupa, mas nenhum destes objetos está ligado ao desaparecimento da menina, segundo as investigações. A análise de câmeras e o monitoramento de celulares em regiões próximas podem trazer novas pistas. Não há câmeras de segurança no percurso exato em que a criança sumiu.
A fotografia de uma menina semelhante à Mariana "viralizou" nas redes sociais. A possibilidade de localizá-la com vida parecia muito próxima. Um vizinho tomou a iniciativa de ir a Comendador Soares para confirmar se era a menina desaparecida. Tratava-se de um alarme falso.
Diante da possibilidade do corpo de Mariana ter sido transportado pelo caminhão de mudanças que levou os móveis antes da mãe da menina, Cláudia Silva, incendiar a casa em que moravam, o motorista do frete se apresentou voluntariamente à polícia. O homem, ele preferiu não se identificar, compareceu à DHBF e afirmou que foi contratado para levar os objetos até o bairro do Ouro Preto. Realizou a mudança por volta das 9:30 da manhã.
























































