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segunda-feira, 5 de outubro de 2026

CASO MARIANA: MÃE INCENDEIA CASA COM OS PERTENCES DA MENINA DESAPARECIDA

  

    



   "A única certeza, até agora, é que a mãe da menina, Carla Silva, colocou fogo na casa. Ela mesma confirmou em um áudio.Vizinhos afirmam que a casa foi esvaziada antes de ser incendiada. A ação ocorreu justamente na data em que a Polícia Civil faria a perícia no local. Os pertences de Mariana não foram retirados".


    

    Desde o desaparecimento de Mariana, em 1 de outubro, vários relatos  acerca  do desaparecimento da criança vieram a público. Testemunhas dizem ter visto a criança entrar em um carro. Há  quem afirme que a garota foi arrastada para o mato por um familiar. Nenhuma versão, até  então, foi confirmada. 






    A única certeza, até agora, é que a mãe da menina, Carla Silva, colocou fogo na casa. Ela mesma confirmou em um áudio.Vizinhos afirmam que a casa foi esvaziada antes de ser incendiada. A ação ocorreu justamente na data em que a Polícia Civil faria a perícia no local. Os pertences de Mariana não foram retirados. Perderam-se nas chamas. Familiares alegam que a mãe  da menina surtou. Ela foi encaminhada à  DHBF - Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense- junto com o pai da criança.




 Familiares de Mariana, além  dos pais, também  foram à DHBF prestar depoimento. O delegado encarregado da investigação,  dr. Wilians Batista,  está dando andamento às  investigações, colhendo indícios e provas que levem à conclusão do caso ou pelo menos aproximem da solução  para posterior comunicação à imprensa. 




   Qualquer informação  sobre o paradeiro de Mariana Queiroz de Carvalho, 10 anos, desaparecida desde o dia 1/10/2026, deve ser repassada a FIA pelo telefone (21) 2286-8337 ou pelo Whatsapp (21) 98598-5296. A  garota  vestia o uniforme escolar quando desapareceu. Ela foi avistada pela ultima vez no bairro do Ipiranga , Nova Iguaçu. Seguia sozinha para  a escola na qual estudava. 







segunda-feira, 16 de novembro de 2015

CASOS SEM SOLUÇÃO

      




      Entre os desaparecimentos infantis  ainda não solucionados, que ocorreram recentemente, vários casos já ganharam notoriedade. João Rafael Kovalsky, Emili Miranda Anacleto, Ana Júlia Tomás, Stefani Vitória Rochinsk, Lucas Pereira, Lucas Wesley, Flávio Henrique da Silva, Bruna Marques,  Emily Ferrari, Gisela Andrade, Ana Gabriela da Silva Vieira, Thaís de Lima Barros e Polyanna Katelin da Silva Ribeiro são alguns dos rostinhos que apesar de conhecidos do grande público, ainda não foram encontrados. 











     Os casos de desaparecimentos de pessoas no Brasil são, aproximadamente, 200 mil por ano. Dentro desta quantidade, 40 mil ocorrências, em média, são relacionadas ao desaparecimento de crianças. Dados estatísticos, divulgados pelas autoridades, expõem  que a maioria dos casos de desaparecimento infantil são solucionados. Mas a minoria,  os casos que não foram concluídos, trazem à tona não só o sofrimento dos familiares que buscam o paradeiro das crianças, como também a falta de estrutura do Estado em relação à situação, deixando evidente uma série de falhas estruturais, que reflete, diretamente, no processo investigativo, dificultando, inclusive, a agilidade dos trabalhos, tornando a solução do caso uma possibilidade remota.


























       Em todo o país, algumas instituições voltadas para a causa do desaparecimento de pessoas - muitas possuem entre seus membros familiares de desaparecidos - , focando, principalmente, o desaparecimento infantil,  buscam apurar quais são as lacunas que o sistema deixa e quais as medidas podem ser tomadas para suprir estas necessidades. Este procedimento visa impulsionar as investigações, além de centralizar as atenções na prevenção do problema, a partir do momento em que grande parte das ações tomadas pelas autoridades, levando-se mais em conta as esferas estadual e federal, objetivam  remediar os casos de desaparecimento já consumados, ao invés de prevenir. Isto não quer dizer que a prevenção não exista. Ela é insuficiente, talvez pela complexidade que envolva o contexto preventivo.
















      Uma referência de caso sem solução, no que diz respeito a desaparecimento de criança,  é o sequestro do menino Carlinhos, assunto já abordado neste blog, ocorrido no Rio em 1973. Até hoje, mais de 40 anos depois, não há informações sobre o paradeiro do garoto. Na época a polícia cometeu erros na investigação. A justificativa é que os casos de sequestro eram uma raridade e os profissionais da área tiveram dificuldades para apurar o que aconteceu ao menino.  Em termos de comparação, atualmente, o panorama é outro. A população cresceu. Existem até delegacias especializadas. Os policiais, experientes, contam com uma estrutura, que apesar de não ser  a ideal, evoluiu,  mas  muitas crianças e adolescentes permanecem com paradeiros, completamente, ignorados. Até mesmo a  investigação mais específica está sujeita a percalços, diante da rapidez com a qual surgem novos casos de desaparecimento.









       Entre os desaparecimentos infantis  ainda não solucionados, que ocorreram recentemente, vários casos já ganharam notoriedade. João Rafael Kowalsky, Emili Miranda Anacleto, Ana Júlia Tomás, Stefani Vitória Rochinsk, Lucas Pereira, LucasWesley, Flávio Henrique da Silva, Bruna Marques,  Emily Ferrari, Gisela Andrade, Ana Gabriela da Silva Vieira, Thaís de Lima Barros e Polyanna Katelin da Silva Ribeiro são alguns dos rostinhos que apesar de conhecidos do grande público, ainda não foram encontrados. Vale destacar que independente dos trabalhos policiais, familiares, através de sites especializados e páginas que focam o desaparecimento infantil, juntamente com pessoas que abraçaram a causa das crianças desaparecidas trabalham em um processo de divulgação contínuo, exibindo fotos das crianças desaparecidas em busca de informações que possibilitem  a localização dos menores. É um modo de tentar evitar que estas crianças sejam os "Carlinhos" de hoje.


     



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

CASO BRUNA MARQUES MELO

    


  Hoje, praticamente, 6 anos após o sumiço de Bruna, as dúvidas continuam. O paradeiro da garota permanece ignorado. As investigações policiais não trouxeram novidades. A página Todos Juntos por Bruna Marques é mais um recurso utilizado para tentar localizar a menina.






     Bruna Marques Melo desapareceu em Frutal, Minas Gerais, aos 4 anos de idade. Não há sinais da menina desde o dia 23 de outubro de 2009.  Ela brincava na porta de casa com amigos da mesma idade e o irmão gêmeo, por volta das 14 horas e 30 minutos, quando passou na rua um carro de som, anunciando a chegada de um circo à cidade. As crianças receberam convites e entraram em casa para mostrar o brinde à mãe de Bruna, Joseli Melo. A menina não estava junto com o grupo. Joseli foi até a porta buscá-la. Encontrou apenas a bicicleta embaixo de uma árvore. Nenhum vestígio da filha.
    




     Ciente de que algo estava errado, Joseli pediu ajuda aos vizinhos. Aproximadamente 80 pessoas procuraram por Bruna em toda a cidade. A grande mobilização da comunidade não adiantou. Infelizmente, apesar dos esforços, a criança não foi encontrada. A única pista foi o relato de uma pessoa que disse ter visto a menina entrando em um carro preto parado próximo ao local em que ela brincava. A repercussão do desaparecimento da garota fez com que informações sobre o paradeiro da criança chegassem de todas as partes do Brasil, mas nenhuma denúncia levou a polícia à localização exata da menor desaparecida.



         Uma das hipóteses levantadas é que ciganos, eles acampavam nas proximidades da região em que estava o circo, sequestraram Bruna. A mãe da menina afirma que chegou a seguir o grupo por algum tempo, mas não encontrou a menor com os suspeitos. Esta cogitação é reforçada pelo relato de uma tia da desaparecida. Hilda Muniz Souza de Melo afirma que o irmão dela identificou Bruna entre 6 crianças ciganas na cidade de Brasnorte, 4 meses após o desaparecimento. Estavam sob os cuidados de uma mulher com dentes de ouro. Posteriormente, Hilda se aproximou desta cigana sob o pretexto de ler a sorte. Alarmada, os traços comuns entre a tia e Bruna evidenciam o parentesco,   a mulher avisou ao grupo, que deixou a cidade. A polícia local alertou outros municípios e a Polícia Rodoviária Federal, mas ninguém foi encontrado.






       Hoje, praticamente, 6 anos após o sumiço de Bruna, as dúvidas continuam. O paradeiro da garota permanece ignorado. As investigações policiais não trouxeram novidades. A página Todos Juntos por Bruna Marques é mais um recurso utilizado para tentar localizar a menina. O espaço descreve a história do desaparecimento da menor e expõe várias fotos da criança, abordando o desaparecimento infantil e as suas causas, fazendo referência, inclusive, ao tráfico humano. A divulgação de eventos relacionados às crianças desaparecidas e vídeos com reportagens ligadas ao assunto buscam dar fim ao drama da família de Bruna e de muitas outras famílias brasileiras, que convivem, diariamente, com as incertezas em relação ao paradeiro de seus filhos desaparecidos.


*Próxima atualização, sábado.