Mostrando postagens classificadas por data para a consulta Luciane Torres da Silva. Ordenar por relevância Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por data para a consulta Luciane Torres da Silva. Ordenar por relevância Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de outubro de 2026

NOVA IGUAÇU E DUAS MENINAS DESAPARECIDAS: MARIANA (2026) E LUCIANE(2009)

     

  




"As semelhanças entre os desaparecimentos existem, Ambas as meninas estavam sozinhas quando foram avistadas pela última vez. Nos dois casos foram realizadas buscas com forças policiais, bombeiros e cães farejadores". 




    O desaparecimento de Mariana Queiroz de Carvalho em Nova Iguaçu, no dia 1/10/2026 traz à tona a lembrança de outro desaparecimento que ocorreu em uma área próxima -  Km 32 - , 17 anos antes,  em agosto de 2009. Trata-se do caso Luciane Torres da Silva,  avistada pela última vez quando seguia para uma padaria próxima de casa. Ela foi levada por um homem. Há quase 20 anos, tem o paradeiro ignorado. Ambas as ocorrências têm particularidades, não possuem ligação, mas apresentam pontos em comum, inclusive no que diz respeito à falta de respostas das investigações considerando o caso mais recente. A preocupação é que o silêncio das autoridades competentes seja um indício de que o destino do caso mais recente seja o mesmo da ocorrência mais antiga, até hoje sem solução.  





    As distinções principais entre os dois desaparecimentos começam com uma dúvida acerca do modo como Mariana sumiu. Não há certeza de sequestro. No caso de Luciane, foi confirmado que ela foi arrebatada por um homem. Outra diferença foi a maneira como as respectivas mães reagiram após os sumiços das filhas. Em 2026, Cláudia Silva incendiou a casa em que morava com Mariana, deixando os pertences da menina no local. Em 2009, Luciane Torres manteve as roupas e pertences da filha guardados, brinquedos, bonecas e objetos. Muitos anos depois, fez doações de algumas roupas para desabrigados das chuvas de Petrópolis. Atualmente é uma ativista pela causa dos desaparecidos. Mais uma situação contrastante entre os casos é que nenhum familiar de Luciane teve a casa depredada por populares, como ocorreu no caso mais recente.  




    

            As semelhanças entre os desaparecimentos existem, Ambas as meninas estavam sozinhas quando foram avistadas pela última vez. Nos dois casos foram realizadas buscas com forças policiais, bombeiros e cães farejadores. No que diz respeito à Mariana, os trabalhos ficaram restritos ao bairro do Ipiranga. Na ocorrência de Luciane, as atividades se concentraram  na Serra do Mendanha. Testemunhas relataram que o sequestrador levou a menina para a região.  Infelizmente as ações não tiveram êxito. A faixa etária das crianças envolvidas é a mesma. Mariana desapareceu aos 10 anos e  Luciane tinha à época 9 anos. 


    

          Sobre os casos, a ocorrência mais recente tem as investigações em andamento e sob sigilo. A família de Mariana é investigada e  a polícia trabalha com a possibilidade de a menina estar viva, conforme declarou à imprensa o delegado Willians Batista . O caso de Luciane não está arquivado. A  lei 13.812 /2019 só permite o encerramento das investigações após a localização da pessoa desaparecida. O @ccdesap publicou, em março de 2026, atualizações sobre o desaparecimento na postagem "ATUALIZAÇÃO DO CASO LUCIANE TORRES DA SILVA".   







sexta-feira, 2 de outubro de 2026

MARIANA QUEIROZ DE CARVALHO - MENINA DE 10 ANOS DESAPARECE EM NOVA IGUAÇU

                           





  "As buscas iniciais foram realizadas por familiares e amigos. Percorreram as ruas do bairro,  hospitais e IMLs( Instituto Médico Legal), mas não obtiveram resultado".




    Mariana Queiroz de Carvalho, 10 anos, desapareceu em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro. Foi avistada pela ultima vez em 1 de outubro de 2026. Saiu de casa, no bairro do Ipiranga, para ir à  escola, mas não chegou ao destino. Naquele dia, a menina fez o percurso de 1km sozinha. 






    As buscas iniciais foram realizadas por familiares e amigos. Percorreram as ruas do bairro,  hospitais e IMLs( Instituto Médico Legal), mas não obtiveram resultado. Diante da situação,  recorreram à  polícia. O desaparecimento foi registrado na 56ª DP. 







    Em manifestação no bairro Marapicu, Nova Iguaçu, a família pedia respostas ao desaparecimento de Mariana.  A mãe  da criança, Cláudia Silva, declarou à Record Rio: "Eu só  quero a minha filha. Eu só  quero a minha filha. Se a minha filha morrer, eu morro". 






     O desaparecimento de Mariana ocorreu próximo ao lugar no qual há  17 anos, em agosto de 2009,  a menina Luciane Torres da Silva desapareceu.  Ela foi levada por um homem no Km 32, quando seguia para uma padaria próxima de casa. O desaparecimento de Mariana em 2026 emocionou Luciene Torres, mãe de Luciane. Ela declarou ao @ccdesap: "Estou acompanhando. Estou orando, mas o coração está apertado". 











            

              

domingo, 24 de maio de 2026

25 DE MAIO: DIA INTERNACIONAL DAS CRIANÇAS DESAPARECIDAS







Elisa Ladeira Rodrigues






Wesley Pires Alves Filho






Lucas Fernandes Silva








Vitória Nunes Barcellos









João Rafael Santos Kovalski









Bruna Marques Melo





Luciane Torres da Silva






Vitória Claudiano Nogueira






Guilherme Caramês Tiburtius






 

domingo, 3 de maio de 2026

CRIANÇAS DESAPARECIDAS ENTRAM EM CAMPO NO CLÁSSICO CARIOCA FLAMENGO X VASCO

     



                                                            *Foto Comunicação FIA


"As fotos exibidas no cartaz, dentro de campo, antes do jogo , também apareceram no telão do Maracanã. A ação teve um alcance relevante. Somente no estádio, mais de 60 mil pessoas estavam presentes. Considerando a audiência da televisão, a estimativa é que mais de 3 milhões de pessoas assistiram ao jogo e consequentemente viram a manifestação pelas crianças desaparecidas".

   

    O clássico Flamengo  x Vasco, válido pelo campeonato brasileiro, realizado domingo, 3 de maio, no Maracanã, teve momentos de emoção além da bola rolando em campo. Uma ação voltada para o desaparecimento infantil foi realizada em frente à estátua do Bellini, antes do início do jogo, e posteriormente estendida ao interior do estádio. Trata-se de uma iniciativa do SOS Crianças Desaparecidas visando expor o drama do desaparecimento infantil no estado do Rio de Janeiro, que atualmente possui 638 crianças e adolescentes com paradeiro ignorado. 




                                                        * Fotos Comunicação FIA



    As fotos exibidas no cartaz dentro de campo, antes do jogo , também apareceram no telão do Maracanã. A ação teve um alcance relevante. Somente no estádio, mais de 60 mil pessoas estavam presentes. Considerando a audiência da televisão, a estimativa é que mais de 3 milhões de pessoas assistiram ao jogo e consequentemente viram a manifestação pelas crianças desaparecidas. 




*Foto Comunicação FIA


    A presidente da ONG Mães Virtuosas do Brasil, Luciene Torres, participou do ato. A filha, Luciane Torres da Silva , desaparecida em 2009, tem a foto estampada no cartaz do SOS Crianças Desaparecidas e também teve o rosto exibido no  telão do estádio. O momento marcante ficou ainda mais intenso com a boa receptividade dos torcedores ao ato. Luciene  declarou ao @ccdesap : É muito emocionante ver todo o Maracanã aplaudindo a causa".

















    Algumas das crianças desaparecidas incluídas na ação de divulgação do SOS Crianças Desaparecidas, no Maracanã, já tiveram os casos publicados pelo @ccdesap. Luciane Torres da Silva, Vitória  Claudiano Nogueira e Vitória Nunes Barcellos dos Santos permanecem com o paradeiro ignorado. Os dois primeiros desaparecimentos ocorreram em 2009, completando 17 anos em 2026. O terceiro caso, mais recente, aconteceu em 2015. Está sem solução há mais de uma década. 




terça-feira, 24 de março de 2026

ATUALIZAÇÃO CASO LUCIANE TORRES DA SILVA

   


"Eu ouvi da dra. Helen Souto (DDPA/RJ) que o caso da Luciane corria sob segredo de justiça, porque estava na Interpol. Alguns anos depois, o Ministério Público falou que não estava na Interpol, porque sequer tinha ido para a Polícia Federal". 




    Luciane Torres da Silva desapareceu em 30/8/2009, em Nova Iguaçu / RJ. Trata-se de um dos casos de maior apelo no que diz respeito ao desaparecimento de crianças no estado. A menina foi a uma padaria próxima à casa em que morava, no Km 32 da antiga Rio - São Paulo, e não retornou ao lar. O paradeiro da criança, atualmente uma jovem de 25 anos, permanece ignorado.

    


Em live no canal Desaparecidos Oficial - Youtube - Luciene P. Torres conta a história do desaparecimento da filha Luciane, em agosto de 2009, e relata o drama vivenciado no período pós-desaparecimento. A ausência forçada completará 17 anos em 2026.


    Quase 17 anos depois, o caso não está arquivado. Conforme determina a lei 13.812/2019, a investigação acerca de um desaparecimento só pode ser encerrada após a localização da pessoa desaparecida. Porém, o fato dos órgãos competentes não trocarem informações dificulta o processo, não apenas no contexto investigativo, como também nas notícias desencontradas que chegam aos familiares. 





     Luciene Torres, mãe de Luciane, expôs ao @ccdesap que a polícia e o Ministério Público passaram a ela informações distintas sobre o andamento do caso da filha. Ela disse: "Eu ouvi da dra. Helen Souto (DDPA/RJ) que o caso da Luciane corria sob segredo de justiça, porque estava na Interpol. Alguns anos depois, o Ministério Público falou que não estava na Interpol, porque sequer tinha ido para a Polícia Federal". 



       Atualmente, Luciene confirma a federalização do caso. A Polícia Federal está à frente das investigações há mais de um ano. Assegura que está dando andamento aos trabalhos, mas não comunica à família como está se desenvolvendo. Caso tenha algum indício de que Luciane está fora do Brasil, o caso será repassado à Interpol. Este modelo de investigação é classificado por Luciene como "uma tortura". 






quinta-feira, 5 de março de 2026

REUNIÃO CDH - DEBATE DESAPARECIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES - PARTE 2

      




    Em audiência da CDH realizada em Brasília, presidida pela senadora Damares Alves (Republicanos/ DF) , profissionais integrantes de orgãos da segurança, do judiciário e da administração pública do poder Executivo buscaram contribuir por meio de uma análise do cenário atual, considerando as possibilidades de  modificações e as alternativas capazes de agilizar a articulação entre as instituições envolvidas no combate ao desaparecimento de crianças e adolescentes. 

    O @ccdesap expõe nesta postagem o relato de 5  convidados, participantes  da reunião do CDH realizada em 2 / 3 / 2026. São destacadas as principais partes de cada apresentação, tomando por base motivação, ações,  estruturas, objetivos e resultados dentro do campo de atuação de cada representante dos órgãos competentes  Veja abaixo:


Tiago Kalkmann - Defensor Público do Distrito Federal


Iara Buoro Sennes - Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP)


Célio Roberto Araújo - Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão 


Ederson Martins - Delegado Geral Adjunto Operacional da Polícia Civil do Maranhão


André Luiz de Souza Cruz - Gestor Técnico do Ministério Público                                       do Estado  Rio de Janeiro 



AVISO

Atenção! Luciene Torres, presidente da ONG Mães Virtuosas do Brasil e mãe de Luciane Torres da Silva, desaparecida em 2009, no  Rio de Janeiro, fará uma palestra sobre o desaparecimento de pessoas no dia 7 de março. O evento será às 10 horas, no edifício Viseu em Campo Grande, zona oeste da cidade. O endereço é rua Aurélio de Figueiredo, 40, sala 401.








A seguir: PARTE 3  -  RELATO DOS CONVIDADOS E FAMILIARES


segunda-feira, 29 de agosto de 2022

ESPECIAL: CARLOS RAMIRES DA COSTA, LUCIANE TORRES DA SILVA E WESLEY PIRES ALVES FILHO - PARTE 4 (FINAL)

     Qual a probabilidade de Carlos Ramires, Luciane Torres da Silva e Wesley Pires Alves Filho serem localizados e retornarem ao convívio familiar? Todas estas ocorrências de desaparecimento já ultrapassaram com bastante margem o limite de 72 horas, tempo de referência das investigações para a obtenção de pistas que venham a indicar o provável paradeiro de uma criança desaparecida. Porém há casos de desaparecimentos infantis que são concluídos com êxito após um longo período. Na China, por exemplo, um pai reencontrou o filho desaparecido há mais de 50 anos. O garoto havia sumido em uma estação de trem. Histórias como esta comprovam que independente da passagem de tempo, a esperança em ter de volta um filho desaparecido é válida, embora as adversidades desta experiência desumana levem a um pensamento contrário. 



CARLOS RAMIRES - Desaparecido desde o dia 2/8/1973, Carlinhos tem o paradeiro ignorado até os dias atuais. Ele foi arrebatado em casa. Um homem invadiu a residência e levou o garoto que assistia à TV com a mãe e os irmãos. O sequestro ocorreu no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. É certo que a possibilidade de localizar Carlinhos tende a diminuir com o passar do tempo, mas as expectativas por novas pistas existem.  Informações que não vieram a público podem vir à tona e ajudar na conclusão do caso. Vale destacar que em meio à troca de  acusações entre familiares, alguns destes preferiram manter o silêncio em relação aos questionamentos levantados acerca do desaparecimento do menino.






LUCIANE TORRES DA SILVA- Desaparecida desde o dia 30/8/2009. A menina, à época com 9 anos de idade, foi à padaria  e não retornou para casa. Ela morava com a família em Nova Iguaçu, altura do km 32 da antiga Rio São Paulo. Luciane foi avistada por testemunhas na serra do Mendanha, acompanhada pelo estranho. Ele afirmava ser pai da menor, que estava chorando. As buscas pela região não encontraram vestígios da menor. Até cães farejadores foram utilizados. Existe a possibilidade da garota ter sido levada pelo sequestrador até um determinado local para ser repassada a outra pessoa.  







WESLEY PIRES ALVES FILHO - Desapareceu em Franca, São Paulo, no dia 28/8/2020. Wesley saiu de casa dizendo que iria a um "varejão" próximo e não retornou. Câmeras de segurança registraram a passagem do menino pela rua em que morava. Aparentemente tudo estava normal.  Vários avistamentos de Wesley são relatados, mas nada foi comprovado. A possibilidade do menino ter saído por conta própria para viajar também é cogitada. Até a hipótese da morte dele foi levantada, mas nenhum corpo foi encontrado. Após 2 anos, o paradeiro de Wesley é um mistério. 



  

sexta-feira, 26 de agosto de 2022

ESPECIAL: CARLOS RAMIRES DA COSTA, LUCIANE TORRES DA SILVA E WESLEY PIRES ALVES FiLHO - PARTE 3

     Os desaparecimentos de Carlos Ramires, Luciane Torres da Silva e Wesley Pires Alves Filho causaram abalos significativos nas respectivas famílias. O arrebatamento de uma criança do convívio familiar resulta em traumas psicológicos irreversíveis. Apenas quem  vive esta experiência desumana tem ideia da gravidade da situação, ainda mais quando o familiar com paradeiro ignorado é uma criança. Neste cenário, a mãe é a pessoa mais atingida.


MARIA DA CONCEIÇÃO RAMIRES DA COSTA - MÃE DE CARLINHOS



    Após ter o filho de 10 anos arrebatado dentro de casa por um invasor, em 2 agosto de 1973, Maria da Conceição Ramires da Costa vivenciou conflitos familiares. O casamento com João Mello,  que chegou a ser preso devido ao desaparecimento do filho, terminou. A última informação sobre Maria da Conceição é que ela, mesmo com o passar dos anos, assegura que a família do ex-marido foi responsável pelo sumiço de seu filho. No decorrer dos anos, mais de 10 homens vieram a público afirmando ser Carlinhos, mas os exames de DNA provaram o contrário.


LUCIENE P. TORRES - MÃE DE LUCIANE TORRES DA SILVA




    Luciene P. Torres persiste até hoje na busca pela filha, desaparecida em 30 de agosto de 2009. Apesar das investigações terem sido encerradas, ela acredita que irá reencontrar a filha. O engajamento de Luciene na causa dos desaparecidos resultou na ONG Mães Virtuosas do Brasil. Através desta entidade ela ajuda familiares de pessoas desaparecidas, prestando assistência psicológica, realizando atos públicos ligados à causa, além de atuar na localização de crianças e pessoas desaparecidas em geral.



 CAMILA ALVES - MÃE DE WESLEY PIRES ALVES FILHO




Em outubro de 2020, Camila Alves, mãe de Wesley Pires Alves Filho, desaparecido desde o dia 28/8/2020, em Franca / SP,  expôs nas redes sociais o drama pelo qual estava passando, devido ao desaparecimento do filho. Ela dizia ser vítima do "julgamento" das redes sociais. Pessoas estranhas criticavam, sem conhecimento algum de causa, a criação que Wesley recebeu. Além disto, Camila sofria com vários trotes telefônicos. Várias informações falsas sobre o paradeiro de Wesley chegaram à família. Não bastasse a apreensão permanente em relação à integridade física do filho, a mãe estava sofrendo pressões externas em um momento de extremo desespero.