quarta-feira, 4 de dezembro de 2019
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
CASO ANDRESSA DE JESUS DA SILVA
A página Procurando Andressa - Facebook - é um espaço utilizado pela família para divulgar o caso e buscar respostas até então não encontradas. Possui mais de 50 mil seguidores, mas a mobilização, até então, não trouxe respostas.
Andressa de Jesus da Silva desapareceu no dia 27 de novembro de 2017 no Jardim Umarizal, região do Campo Limpo, zona sul da capital paulista, aos 10 anos. Foi avistada pela última vez na rua Caverá, por volta das 18 horas, em frente à casa onde morava. No dia do desaparecimento, Andressa usava um vestido bege e uma pulseira azul. O cabelo estava preso.
Andressa estava sob os cuidados do irmão, Renan Silva Ramos. Ela saiu para brincar, seguindo o horário de costume, e não retornou. Segundo relato do irmão, em reportagem veiculada pela rede Record, em dezembro de 2018 , Andressa caminhou até a metade da rua e chamou por uma amiga da vizinhança. Depois disto não foi mais vista. O que mais impressiona é o fato de ninguém saber o que aconteceu, pois o local estava movimentado.
Aproximadamente meia hora após a saída da criança, o pai , Anderson Silva, e o irmão procuraram pela garota no quarteirão. Andressa não estava na casa da amiga e nem nos arredores. Uma testemunha afirmou que chegou a ver a criança. Disse que ela parecia esperar por alguma pessoa. A mãe de Andressa, Damiana Pereira da Silva, acredita que alguém tenha visto algo, mas não quer declarar.
A página Procurando Andressa - Facebook - é um espaço utilizado pela família para divulgar o caso e buscar respostas até então não encontradas. Possui mais de 50 mil seguidores, mas a mobilização, até então, não trouxe respostas. O desaparecimento da menor completará 2 anos em novembro de 2019. Até agora o paradeiro da criança permanece ignorado. As investigações policiais nada revelaram.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
AS CRIANÇAS DESAPARECIDAS E AS ESTATÍSTICAS
No Brasil, estima-se que aproximadamente 40.000 crianças desapareçam por ano. A preocupação é que não há uma atualização regular, em termos de estatísticas, sobre os dados relativos a desaparecimento infantil. O governo brasileiro tenta, com muita lentidão, se organizar e através Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos - ferramenta que vem sendo muito questionada no que diz respeito a eficácia - visa centralizar informações acerca do sumiço de menores, com base no mapeamento de dados estaduais. O objetivo é dar maior divulgação aos casos de desaparecimento.
Segundo o dicionário Aurélio, estatística é um "conjunto de elementos numéricos relativos a um fato social". Entre os vários acontecimentos denominados fatos sociais está o desaparecimento infantil. É impressionante que a frieza dos números sirva como base de informação para um contexto que envolve emoção ao extremo, como o sumiço de crianças. Os dados estatísticos podem contribuir, significativamente, no combate a este mal, que atinge os alicerces da estrutura familiar, na maioria das vezes de maneira irreparável. A experiência da perda de uma criança, seja temporária ou seja permanente, é um divisor de águas na vida de todos os envolvidos nesta atípica e desagradável situação.
Segundo o dicionário Aurélio, estatística é um "conjunto de elementos numéricos relativos a um fato social". Entre os vários acontecimentos denominados fatos sociais está o desaparecimento infantil. É impressionante que a frieza dos números sirva como base de informação para um contexto que envolve emoção ao extremo, como o sumiço de crianças. Os dados estatísticos podem contribuir, significativamente, no combate a este mal, que atinge os alicerces da estrutura familiar, na maioria das vezes de maneira irreparável. A experiência da perda de uma criança, seja temporária ou seja permanente, é um divisor de águas na vida de todos os envolvidos nesta atípica e desagradável situação.
No Brasil, estima-se que aproximadamente 40.000 crianças desapareçam por ano. A preocupação é que não há uma atualização regular, em termos de estatísticas, sobre os dados relativos a desaparecimento infantil. O governo brasileiro tenta, com muita lentidão, se organizar e através Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos - ferramenta que vem sendo muito questionada no que diz respeito a eficácia - visa centralizar informações acerca do sumiço de menores, com base no mapeamento de dados estaduais. O objetivo é dar maior divulgação aos casos de desaparecimento. O resultado deste levantamento está disponível no site do Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. É importante que o trabalho de atualização seja contínuo tanto por parte dos governos estaduais, quanto por parte do governo federal. Referências defasadas são prejudiciais a qualquer atitude que vise frear o sumiço de crianças.
Medidas complexas devem ser tomadas em relação ao desaparecimento infantil. Acontece que, infelizmente, nem as medidas básicas foram realizadas em sua totalidade. Este quadro preocupante se deve não só aos dados estatísticos desatualizados, como também à falta de engajamento das autoridades em todas as esferas de poder. Um exemplo disto é que até hoje não foi adotado no Brasil um sistema semelhante ao Alerta AMBER, sucesso nos Estados Unidos. Outro ponto que comprova a "vista grossa" das autoridades é que o projeto de lei que se destaca focando os desaparecidos é uma iniciativa popular de autoria da presidente do Instituto Impar, Sandra Moreno. Trata-se do Projeto de Lei de Iniciativa Popular Pela Pessoa Desaparecida. São necessárias 1.406.464 assinaturas para a proposta chegar ao Congresso Nacional. Até então, pouco mais de 17.000 pessoas aderiram à causa.
Diante de um cenário no qual as adversidades imperam, as delegacias especializadas - o SICRIDE no Paraná e a DDPA no Rio de Janeiro são exemplos - foram parte da solução encontrada para impulsionar a localização de desaparecidos por meio de investigações mais específicas. Os resultados aparecem, estatísticas positivas são apresentadas - é divulgado que a maioria dos casos de desparecimento infantil são concluídos-, mas ainda não é o suficiente. Muitos sumiços de crianças continuam em aberto. Famílias permanecem infelizes por meses, anos, a espera de um desfecho que nunca chega. Apenas um trabalho preventivo mais intenso e uma estruturação dos setores investigativos podem, pelo menos, amenizar o sofrimento das pessoas envolvidas. É importante lembrar que as crianças desaparecidas são muito mais do que meros dados estatísticos para seus familiares.
Diante de um cenário no qual as adversidades imperam, as delegacias especializadas - o SICRIDE no Paraná e a DDPA no Rio de Janeiro são exemplos - foram parte da solução encontrada para impulsionar a localização de desaparecidos por meio de investigações mais específicas. Os resultados aparecem, estatísticas positivas são apresentadas - é divulgado que a maioria dos casos de desparecimento infantil são concluídos-, mas ainda não é o suficiente. Muitos sumiços de crianças continuam em aberto. Famílias permanecem infelizes por meses, anos, a espera de um desfecho que nunca chega. Apenas um trabalho preventivo mais intenso e uma estruturação dos setores investigativos podem, pelo menos, amenizar o sofrimento das pessoas envolvidas. É importante lembrar que as crianças desaparecidas são muito mais do que meros dados estatísticos para seus familiares.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
CARTILHA DA CRIANÇA SEGURA
Em março de 2014, o programa SOS Desaparecidos apresentou ao público A Cartilha da Criança Segura. Trata-se de um documento preventivo com 21 páginas, que traz recomendações voltadas aos responsáveis e , principalmente, ao público infantil, mostrando às crianças como devem proceder para evitar situações de perigo que possam desencadear em mais um caso de desparecimento
O programa SOS Desaparecidos foi criado em 2012 no estado de Santa Catarina, região sul do Brasil. O objetivo é o atendimento e a resposta a casos de desaparecimento, priorizando ocorrências nas quais crianças e adolescentes estejam envolvidos. Os dados alarmantes, mais de 200 mil desaparecidos por ano no Brasil, sendo que 40 mil são crianças, impulsionaram o surgimento desta equipe da Polícia Militar, única no país voltada, exclusivamente, para as investigações acerca do desaparecimento de pessoas.
Em março de 2014, o programa SOS Desaparecidos apresentou ao público A Cartilha da Criança Segura. Trata-se de um documento preventivo, com 21 páginas, que traz recomendações voltadas aos responsáveis e , principalmente, ao público infantil, mostrando às crianças como devem proceder para evitar situações de perigo que possam desencadear em mais um caso de desparecimento. Manter a porta de casa trancada e não abri-la para estranhos, não passar informações pela internet e andar sempre acompanhado na rua, em grupo ou por um amigo, caso os pais não estejam por perto, são algumas das orientações básicas capazes de dificultar a ação de algum estranho que busque se aproximar da criança para arrebatá-la de seu convívio familiar.
A Cartilha da Criança Segura tem uma linguagem de fácil entendimento. Passa as mensagens de forma dinâmica sem tornar a leitura das crianças e dos demais interessados maçante. As frases curtas e objetivas ganham o reforço de ilustrações coloridas que retratam os vários cenários que compõem o cotidiano das crianças, desde o ponto do ônibus até a escola. Uma curiosidade é que o texto é de autoria do Major da PMSC Marcus Roberto Claudino - coordenador do SOS Desaparecidos - e as ilustrações são obra do soldado da PMSC Maurício Costa.
A elaboração da Cartilha da Criança Segura é mais uma comprovação de que a prevenção é relevante.Embora não tenha a capacidade de reduzir as ocorrências de desaparecimento infantil a zero, a medida preventiva cria dificuldades para a ação de sequestradores , tornado as crianças menos vulneráveis ao assédio de estranhos, a partir do momento em que há a conscientização dos menores em relação aos perigos que os cercam. Este alerta também é estendido aos pais ou responsáveis, fazendo com que estes voltem suas atenções para uma possibilidade que outrora nem era cogitada. Esta transmissão de informações é válida. Proporciona, pelo menos, a queda dos casos de desaparecimento infantil, garantindo, inclusive, maior disponibilidade aos profissionais competentes para estes trabalharem, se aprofundando nas investigações de casos de desaparecimento infantil já consumados.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
POLICIAL ARTISTA
A criação de Carlos Valadão trouxe perspectivas favoráveis para ocorrências até então insolúveis. Familiares têm a oportunidade de ver imagens de crianças desaparecidas, há anos, já na fase adulta. As projeções geram muita emoção, principalmente, nas mães.
Em relação ao contexto que envolve o desaparecimento de pessoas no Brasil predomina um cenário em que se destacam as adversidades. As carências das investigações que visam localizar o paradeiro de desaparecidos no Brasil são públicas e notórias. dificultam o trabalho de profissionais atuantes no processo investigativo. Membros da área de segurança, na maioria das vezes, não por falta de empenho, mas sim por ausência de estrutura, veem a morosidade e pior do que isto, a estagnação dos trâmites que viabilizam a elucidação de inúmeras ocorrências, envolvendo inclusive os casos de desaparecimento infantil.
Cientes deste quadro adverso, policiais civis da Delegacia de Descoberta de Paradeiros do Rio de Janeiro - DDPA - contam com um recurso exclusivo capaz de agilizar as ações investigativas. Trata-se de um programa de computador que cria imagens envelhecidas de pessoas desaparecidas há um longo espaço de tempo, revelando, com precisão, suas prováveis aparências atuais. A ferramenta é utilizada pelo Núcleo de Envelhecimento da delegacia especializada.
É interessante ressaltar que este programa teve na arte a sua principal fonte de inspiração. A prova disto é que o software foi desenvolvido pelo inspetor Carlos Valadão. O artista forense, conforme faz questão de ser chamado, tem 53 anos e é graduado pela Escola Nacional de Belas Artes da UFRJ. Começou na profissão desenhando retratos falados. Possui 28 anos de experiência. Apesar do recurso digital, incluindo também o uso do Photoshop, o artista permanece fiel ao lápis, à borracha e às fotografias, usadas como referência. O trabalho é tão minucioso que Valadão recorreu até ao banco de dados da Polícia Federal - Hórus - para auxiliar na elaboração do programa de envelhecimento da DDPA. Este knowhow foi relevante para fazer da arte uma aliada essencial na busca por pessoas desaparecidas.
A criação de Carlos Valadão trouxe perspectivas favoráveis para ocorrências até então insolúveis. Familiares têm a oportunidade de ver imagens de crianças desaparecidas, há anos, já na fase adulta. As projeções geram muita emoção, principalmente, nas mães. O relato de Lenivanda de Souza Andrade sobre a filha Gisela Andrade de Jesus, expõe a situação. Ela disse em matéria publicada no jornal O Globo em 16/05/2015: Olha só como ela está linda! Minha menininha! Está a cara da mãe! Fotos de parentes próximos e até entrevistas com estes, buscando traços físicos comuns da família, são dados importantes para a composição dos trabalhos. Inicialmente, a ferramenta será usada para ajudar na investigação de 16 casos, classificados pela delegada titular da DDPA, Elen Souto, como "casos enigmáticos". Ela refere-se ao sumiço de meninas e adolescentes que desapareceram, no Rio de Janeiro, na década passada.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
BEBÊ DESAPARECIDO É ENCONTRADO NO RIO
Perto do Natal, Renata Ramiro ganhou o melhor presente de sua vida. A filha, Ághata Ramiro, um bebezinho de apenas 1 mês de vida, foi localizada após ficar 12 horas desaparecida. Um casal fez as vezes do Papai Noel e trouxe a criança de volta aos braços da mãe, proporcionando uma noite de Natal inesquecível para quem passou por momentos nada agradáveis ao vivenciar uma situação atípica como o desaparecimento de uma filha recém-nascida.
Perto do Natal, Renata Ramiro ganhou o melhor presente de sua vida. A filha,Ághata Ramiro, um bebezinho de apenas 1 mês de vida, foi localizada após ficar 12 horas desaparecida. Um casal fez as vezes do Papai Noel e trouxe a criança de volta aos braços da mãe, proporcionando uma noite de Natal inesquecível para quem passou por momentos nada agradáveis ao vivenciar uma situação atípica como o desaparecimento de uma filha recém-nascida. A ocorrência foi registrada na 29°DP em Madureira, Rio de Janeiro. O desfecho do caso, conforme a torcida de todos os envolvidos - família, amigos, internautas e ativistas que abraçaram o combate ao desaparecimento infantil - foi um final feliz!
Na tarde de 22 de dezembro, Renata Ramiro saiu com sua filha, Ághata Ramiro, para fazer compras de Natal na loja Maria Tocaia, localizada no bairro de Madureira, zona norte do Rio de Janeiro. Uma estranha, entre 30 e 40 anos de idade, se aproximou da jovem, começou a conversar e ganhou sua confiança. No momento em que Renata foi experimentar uma roupa, a mulher se ofereceu para segurar a criança. Aproveitando o descuido da mãe, a suposta cliente deixou o estabelecimento carregando a neném. Quando voltou do provador e não encontrou ninguém, Renata concluiu que sua filha era vítima de um sequestro.
Na tarde de 22 de dezembro, Renata Ramiro saiu com sua filha, Ághata Ramiro, para fazer compras de Natal na loja Maria Tocaia, localizada no bairro de Madureira, zona norte do Rio de Janeiro. Uma estranha, entre 30 e 40 anos de idade, se aproximou da jovem, começou a conversar e ganhou sua confiança. No momento em que Renata foi experimentar uma roupa, a mulher se ofereceu para segurar a criança. Aproveitando o descuido da mãe, a suposta cliente deixou o estabelecimento carregando a neném. Quando voltou do provador e não encontrou ninguém, Renata concluiu que sua filha era vítima de um sequestro.
A primeira providência foi recorrer à Polícia Militar nas ruas do bairro. As ações em busca da recém-nascida também se estenderam às redes sociais. Vários compartilhamentos mostravam fotos da criança desaparecida. Postagens relatavam o ocorrido, indicando o local a hora e a data do desaparecimento. A divulgação do sequestro chegou às emissoras de TV e novas informações sobre o caso vieram à tona. A polícia já havia conseguido imagens da sequestradora por meio das câmeras de segurança da loja na qual ocorreu o crime. A comoção na mídia e as investigações policiais geraram bons resultados. Tudo leva a crer que pressionada, a sequestradora desistiu da criança.
Doze horas após o sumiço de Ághata, um casal encontrou a criança em um terreno. A menina estava com as roupinhas sujas, abandonada à própria sorte. Em seguida a recém-nascida foi levada à delegacia de Madureira. No início da noite ela já estava, muito bem, nos braços da mãe, sendo amamentada.Um desfecho como este, autêntico final feliz, deveria fazer parte de todas as histórias de desaparecimento infantil. Mas a conclusão satisfatória de um caso é apenas privilégio de alguns. Isto é mais um motivo para comemorar bastante o retorno de uma criança desaparecida ao lar. Momento de alegria! Feliz Natal!
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
DESAPARECIMENTO INFANTIL: UM MAL ETERNO?!
A questão de conviver apenas com a possibilidade de redução dos casos de desaparecimento infantil faz com que os profissionais do setor trabalhem dentro de um limite. Se países com estrutura mais avançada neste contexto não conseguiram erradicar o sumiço de crianças, o quadro em território brasileiro, diante das várias dificuldades que existem no cotidiano do país, em seus diversos cenários, é ainda mais desanimador.
As perspectivas em relação ao fim do desaparecimento infantil no mundo, inclusive no Brasil, são desanimadoras. A possibilidade de extinguir ocorrências deste gênero é nula. O sumiço de crianças tem relação direta com variados fatores - conflitos familiares, tráfico de pessoas e pedofilia são alguns deles - que dificultam ações preventivas específicas diante deste vasto número de elementos que viabilizam a proliferação dos casos de desaparecimento infantil. Resta às autoridades, principalmente, e aos ativistas que abraçaram esta nobre causa desenvolverem meios capazes de , ao menos, reduzir o número de ocorrências que envolvem crianças desaparecidas.
Outro fator importante que deve ser levado em conta, quando o assunto em foco é o desaparecimento infantil, é a imprevisibilidade, existente não apenas no Brasil, mas também no resto do mundo. Geralmente, não há como as autoridades se anteciparem, no que diz respeito a presença física, para evitar o desaparecimento de uma criança. Então fazem uso de ferramentas como as ações preventivas. Estas são indispensáveis junto à sociedade, abrangendo os mais variados grupos. Revelam as características comuns que envolvem as ocorrências, mas trabalham com uma hipótese de desaparecimento e não com o fato. Portanto a polícia sempre está um passo atrás. Daí a urgência em começar as investigações o mais rápido possível, pois as pistas ainda estão evidentes, diminuindo a vantagem de um suposto sequestrador de criança em relação aos investigadores.
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