quinta-feira, 12 de novembro de 2015

ONDE ESTÁ TAÍS BERNARDINO DOS SANTOS?

      


   Uma passagem  marcou o caso Taís Bernardino em 2010.  Reportagem veiculada na Rede Record do Rio de Janeiro, no programa Balanço Geral, mostrou uma garota ao fundo, que foi identificada por Marineide como Taís. A semelhança, realmente, impressiona e alimentou a possibilidade da criança estar viva e bem de saúde. 








    Taís Bernardino dos Santos desapareceu em 24 de janeiro de 2006, aos 10 anos, quando saiu para comprar pão e não retornou para casa. A menina morava no Rio de Janeiro, Bairro de Fátima. A família mantém as esperanças de reencontrar Taís e paralelamente às investigações policiais, que até então não esclareceram o que aconteceu  à criança, trabalha na divulgação de fotos da garota e ainda montaram um blog sobre o caso, visando chamar ainda mais a atenção dos internautas sobre a ocorrência. A página Cadê Taís Bernardino, atualizada pela última vez em 13 de junho de 2010, traz informações que podem ajudar na localização do paradeiro de Taís, através de sua identificação.






      O desaparecimento da filha afetou bastante a vida  de Marineide Bernardino dos Santos. O choque com o sumiço de Taís foi tão grande, que ela, empregada doméstica,  ficou um longo tempo sem trabalhar e teve até tuberculose. Vale destacar que a mãe de Taís tem mais 3 filhos. Este cenário mostra o quanto uma família é atingida, devastada por  um caso de desaparecimento. Trata-se de mais uma comprovação que a atuação por parte dos órgãos competentes vai além das investigações policiais  e chega ao contexto que envolve saúde, incluindo o auxílio psicológico, imprescindível neste tipo de situação.





       Uma passagem  marcou o caso Taís Bernardino em 2010. Reportagem veiculada na Rede Record do Rio de Janeiro, no programa Balanço Geral, mostrou uma garota ao fundo, que foi identificada por Marineide como Taís. A semelhança, realmente, impressiona e alimentou a possibilidade da criança estar viva e bem de saúde.  A emissora deu  à mãe de Taís um DVD com as imagens. A menina aparecia ao fundo, brincando com um patinete, durante uma manifestação de porteiros, na praia de Copacabana.
     




         Marineide acredita que a filha foi arrebatada no trajeto entra a casa e a padaria. Tem a convicção de que Taís, hoje com 20 anos de idade, ficou com pena do suposto sequestrador, uma pessoa, provavelmente, conhecida.  Para ela o desejo  de rever a filha é tão grande,  que a apuração dos fatos relacionados ao desaparecimento da filha ficam relegados a segundo, plano. A prioridade é ter a filha, novamente, a seu lado. Seria o fim de um longo período de sofrimento, incertezas e angústias.
       
    
      
      

terça-feira, 10 de novembro de 2015

CADÊ VIVIAN FLORÊNCIO?

       






      Os avós, Luiz Baldino e Marlene Florêncio,  e a irmã de Vivian, Vanessa Florêncio, aguardam uma solução para o caso há 10 anos. Para não fugir à regra, conforme ocorre na maior parte dos outros casos de desaparecimento infantil,  a falta de respostas sobre o sumiço da criança desaparecida gera uma série de dúvidas nos familiares, alimentando o panorama de incertezas que passa a monopolizar a vida das pessoas envolvidas no caso.





   Vivian Cacciatore Florêncio desapareceu desapareceu em 4 de março de 2005 aos 3 anos de idade. A criança estava acompanhada pela mãe,  Maria Emília Cacciatore Florêncio. Ambas foram vistas pela última vez, quando saíam de casa, na Vila Santa Efigênia Barreirinha, em Curitiba, Paraná. As 2 desaparecidas estavam a caminho de um encontro com o provável  pai da menina, o policial militar Edson Prado. O assunto era a pensão alimentícia de Vivian. Após 5 dias sumidas, mãe e filha não davam sinal de vida, o corpo de Maria Emília foi encontrado em uma cova rasa,  no município de Campo Grande. Nenhum vestígio de Vivian foi descoberto. A garota continua sumida. Seu paradeiro é ignorado.











      O caso, até hoje sem solução, está sob os cuidados do SICRIDE  -Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas- unidade especializada em casos de desaparecimento infantil  no Paraná. A foto de Vivian aparece no site do SICRIDE para ajudar na identificação da menina, caso ela seja vista em algum local. Características como os olhos e cabelos castanhos escuros são destacadas, porém a aparência da menor, caso ela ainda esteja viva, modificou-se. Vale destacar que ela desapareceu aos 3 anos de idade e hoje em dia Vivian está com 13 anos. Por isto, a polícia utilizou o recurso da progressão digital, ferramenta muito importante,  que dá uma noção aproximada da aparência atual da pessoa desaparecida há um longo tempo.









      Os avós, Luiz Baldino e Marlene Florêncio,  e a irmã de Vivian, Vanessa Florêncio, aguardam uma solução para o caso há 10 anos. Para não fugir à regra, conforme ocorre na maior parte dos outros casos de desaparecimento infantil,  a falta de respostas sobre o sumiço da criança desaparecida gera uma série de dúvidas nos familiares, alimentando o panorama de incertezas que passa a monopolizar a vida das pessoas envolvidas no caso. Uma  reportagem da TV Record, levada ao ar em março deste ano, deixa isto claro e mostra as formas variadas que cada familiar encontra para lidar com a situação atípica.  Enquanto Vanessa Florêncio mantém a esperança de encontrar Vivian com vida, o avô, Luiz Baldino, já descarta, com muito pesar,  esta possibilidade. A avó, Marlene,  se debruça sobre recordações da neta, como os trabalhinhos feitos na creche.










    O principal suspeito da morte de Maria Emília e do desaparecimento de Vivian é o policial militar Edson Prado, pai da criança. Ele já foi condenado, em 2009, a 18 anos de prisão  por homicídio qualificado, mas a defesa recorreu. Agora, Edson responde pelos crimes em liberdade. O acusado nega qualquer culpa em relação aos atos criminosos e não deu informação alguma sobre o paradeiro de Vivian.  A família de Maria Emília aponta o pai de Vívian como culpado. Luiz Baldino declarou em reportagem da TV Record: "Desde o começo, a gente tinha certeza de que tinha sido ele. Não restava dúvida nenhuma". O fato é que independente das convicções dos familiares das vítimas e dos indícios que recaem sobre Edson,   lacunas ficaram abertas nas investigações policiais. Basta ressaltar que  trabalho investigativo foi incapaz de determinar se Maria Emília e Vivian  chegaram ao local do encontro ou se foram abordadas no trajeto. Estas informações inconclusivas só inviabilizam o fechamento do caso, a ponto de beneficiar o suposto culpado. Não é à toa  que o paradeiro de Vivian não foi descoberto até hoje.        

      
       

           

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

CRIANÇA DESAPARECIDA: GISELA ANDRADE DE JESUS

         






Gisela Andrade de Jesus desapareceu aos 8 anos de idade no Rio de Janeiro. Ela sumiu quando retornava da escola para casa, no Parque da Maré,  em 25 de fevereiro de 2010. Foi vista pela última vez na Avenida Brasil.








Gisela Andrade de Jesus desapareceu aos 8 anos de idade no Rio de Janeiro. Ela sumiu quando retornava da escola para casa, no Parque da Maré,  em 25 de fevereiro de 2010. Foi vista pela última vez na Avenida Brasil. Gisela, que estava acompanhada por amigos, resolveu para em um posto para beber água e disse que seguiria para casa sozinha. Depois disto, o paradeiro da menina é um mistério. Na época, a polícia fez buscas pela criança no trajeto do desaparecimento, aproximadamente 1 km, e ainda procurou por ela nas regiões próximas, além de checar câmeras de segurança da vizinhança,  mas, infelizmente,  nada encontrou. 








      As investigações policiais chegaram a um suspeito em dezembro de 2010. Um homem negro, baixo e de bigode surgia como o possível sequestrador de Gisela. Ele abordou outras 2 crianças, pedindo água. Chegou a entrar na casa das meninas, que eram irmãs, e tetou levar uma delas com ele. Diante da resistência da menor, que tentou inclusive telefonar para a mãe, o suspeito fugiu. O fato ocorreu no mesmo dia em que Gisela sumiu. Denúncias davam conta de que o homem estava em São João de Meriti, mas a polícia não chegou ao procurado e nem à criança desaparecida.






     Outras informações falsas, responsáveis pelo atraso dos trabalhos investigativos, chegaram ao conhecimento do pai de Gisela. Wallace Pinto de Jesus recebeu, em março de 2010, uma denúncia, via telefone, dando conta de que  a garota estava em Anchieta.  Tratava-se de mais uma pista errada. Infelizmente, a apuração da polícia em relação ao caso não teve êxito. A linha de investigação não levantou informações suficientes para viabilizar caminhos que levassem à solução da ocorrência. Haja vista, que até hoje , 5 anos após o desaparecimento da menina, o caso não foi fechado. A falta de respostas sobre o paradeiro da filha  desesperou o pai de Gisela  ao extremo.  A prova disto é que Wallace declarou ao jornal Extra: Peço a Deus para me dar força para não fazer besteira. Está sendo desesperador".








         A mãe de Gisela Andrade foi outra pessoa devastada pelo desaparecimento da filha.  Lenivanda Souza Andrade  declarou à Rede Record, ainda em 2011, que não tinha notícias ou informações concretas sobre a criança. Ela mesma foi ao posto em que a garota foi avistada pela ultima vez, saber se algum funcionário havia notado algo de anormal, mas ninguém percebeu. As testemunhas  viram Gisela sozinha, sem a companhia de nenhum adulto. Tudo leva a crer que ela foi abordada fora do estabelecimento. Muito preocupada, Lenivanda fez um apelo emocionante: "Quem estiver com a minha filha, com a Gisela, que devolva! Onde ela estiver, eu sei que ela está sofrendo! Ela não sabe ficar longe da família dela!"
     
            

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

O DESAPARECIMENTO DE LUCAS PEREIRA

        








     Lucas Pereira desapareceu em  21 de junho de 2008 em  São Carlos,  interior de São Paulo.  Marcelene Érika Pereira, mãe do menino, mandou  um amigo buscar a criança no Rio,  ele residia com o pai na capital fluminense, para visitá-la. Ela demonstrava preocupação com o filho no Rio de Janeiro. Dizia que era uma cidade muito violenta. Infelizmente, uma semana depois de ser levado para a casa de sua mãe, no Jardim Beatriz, Lucas desapareceu.




     Lucas Pereira desapareceu em  21 de junho de 2008 em  São Carlos,  interior de São Paulo.  Marcelene Érika Pereira, mãe do menino, mandou  um amigo buscar a criança no Rio,  ele residia com o pai na capital fluminense, para visitá-la. Ela demonstrava preocupação com o filho no Rio de Janeiro. Dizia que era uma cidade muito violenta. Infelizmente, uma semana depois de ser levado para a casa de sua mãe, no Jardim Beatriz, Lucas desapareceu. O garoto, de  apenas 3 anos,  brincava na rua, acompanhado pelo irmão de 8 anos. Até hoje, 7 anos após o sumiço, o menor permanece com o paradeiro ignorado. Mesmo sem informações sobre  o menino, por um longo espaço de tempo, os familiares ainda acreditam  que ele está vivo.









       Pai de Lucas, o engenheiro aposentado da Petrobrás, Antônio Carlos Ratto, relatou ao site UOL que na época do desaparecimento estava  correndo o processo de separação entre ele e a ex-mulher. Segundo Ratto, o menino foi retirado de sua casa sem o seu conhecimento. Ele trabalhava em Macaé. Estava embarcado em uma plataforma, local em que não há celulares.  Ratto também afirmou que a mãe de Lucas tinha problemas com drogas e acrescentou que no dia do desaparecimento do filho, Marcelene não estava em casa. A responsável pela criança só chegou à residência por volta das 16 horas. Lucas desapareceu pela manhã, às 10 horas.











       A polícia não revelou a linha de investigação, mas declarou que levava em conta todas as hipóteses possíveis. Pistas apontavam para um sequestro. Cogitou-se até que Lucas foi trazido para o Rio, novamente, pelo sequestrador desconhecido, mas o garoto não foi encontrado. Era alarme falso. O caso Lucas, em 2009, estava sob os cuidados do DIG - Delegacia de Investigações Gerais  - de São Carlos e da Delegacia de Homicídios do Rio. A polícia de São Paulo também apoiou os trabalhos investigativos, mas os esforços conjuntos não trouxeram respostas sobre o paradeiro de Lucas.










      Diante da falta de respostas em relação ao desaparecimento de Lucas,  Antônio Carlos Ratto recorreu a tudo que estava ao seu alcance para localizar o filho. Espalhou mais de 3 mil cartazes do garoto pela cidade,  buscou auxílio religioso para saber se a criança estava viva e ofereceu uma recompensa de R$120 mil, caso alguém  informasse onde o garoto estava. Declarações de Carlos ao site UOL  expõem a preocupação do engenheiro com o sumiço do garoto. Ele disse: "É a pior coisa do mundo isso acontecer a um pai." Outro relato de Ratto evidencia ainda mais o desespero do pai. Ele afirmou: "Já pensei muita coisa. Não fiz, porque tenho ainda outros 3 filhos, que, de alguma forma, dependem de mim."

          

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

CINELÂNDIA VOLTA A SER PALCO DE REUNIÕES DO MÃES DO BRASIL

   
   
   



     As reuniões das Mães do Brasil serão mensais. Através da divulgação dos casos de desaparecimento, entre os quais estão  incluídas ocorrências envolvendo crianças, as Mães do Brasil buscam se aproximar de vários segmentos da sociedade. Qualquer forma de apoio à causa é bem-vinda.






 Em 28 de outubro de 2015 as Mães do Brasil retornaram à Cinelândia, centro do Rio de Janeiro, para divulgar não só para os cidadãos fluminenses como também para a população brasileira o drama das pessoas desaparecidas. Mães de crianças, adolescentes e   compareceram ao encontro, tomando as escadarias da Câmara Municipal, expondo fotos de seus filhos, na esperança de obter novas informações sobre os casos. Os transeuntes que passam pela praça, local de grande movimento, são informantes em potencial.

        







   As reuniões das Mães do Brasil serão mensais. Através da divulgação dos casos de desaparecimento, entre os quais estão  incluídas ocorrências envolvendo crianças, as Mães do Brasil buscam se aproximar de vários segmentos da sociedade. Qualquer forma de apoio à causa é bem-vinda. Principalmente, a adesão de autoridades, pois estas têm  maior facilidade para viabilizar alternativas, inclusive leis, que favoreçam de modo direto ações capazes de, pelo menos, prevenir a ocorrência de novos desaparecimentos e viabilizar a elucidação dos casos em aberto.

        







      Vale destacar que este movimento de rua das Mães do Brasil, na Cinelândia contou com a adesão de vários órgãos de imprensa, que se mostraram solidários à causa dos desaparecidos. Casos de grande repercussão, como os desaparecimentos de Priscilla Belfort, Vitória Claudiano Nogueira, Luciane Torres da Silva,  Thaís de Lima Barros e Pollyana Katelin da Silva Ribeiro foram lembrados. A cobertura  do evento trouxe a público alguns esclarecimentos sobre o  cenário de incertezas que toma conta dos casos de desaparecimentos.Teve mãe que declarou não saber qual é a delegacia responsável pela apuração do desaparecimento da filha. Ela sequer foi informada.



     





     Outro ponto importante, que marcou o evento, foi a participação de representantes de entidades como Gabriela Sou da Paz, Meu Rio e Mães Sem Nome. O blog das Mães do Brasil  - blogdasmaesdobrasil.blogspot.com.br  - ,ressaltou a presença destes aliados da causa e também  do apoio nas redes sociais. A aproximação dos transeuntes que passavam na Cinelândia durante o encontro  também foi  um fator favorável ao êxito desta ação  a aproximação espontânea das pessoas que transitavam pela Cinelândia. Esta união de esforços efetivos em torno da causa, sem dúvida, foi significante para impulsionar a luta contra o desaparecimento de pessoas, priorizando a divulgação junto à população, como um dos principais instrumentos de auxílio aos trabalhos investigativos da polícia.


sábado, 31 de outubro de 2015

CASO LUCIANE TORRES DA SILVA

      
     
   

  Infelizmente, as únicas informações que Luciene recebeu em relação ao desaparecimento da filha, desde 2009, não tiveram como fonte a  polícia e nem trouxeram novidades sobre o paradeiro de Luciane. As pistas eram falsas, provenientes de trotes telefônicos.






    Luciane Torres da Silva tinha 9 anos, quando desapareceu em 30 de agosto de 2009, no município de Nova Iguaçu, KM 32, Rio de Janeiro. A menina saiu de casa para ir à padaria e não retornou. A família acredita na possibilidade de sequestro, pois testemunhas avistaram a menor acompanhada por um homem desconhecido. Ambos andavam em uma bicicleta. Ninguém sabe para onde foram. As investigações policiais chegaram a um suspeito, mas este foi liberado, posteriormente, devido à falta de provas que ligassem o suposto sequestrador ao caso.







     Em 1 de setembro de 2009, dias após o desaparecimento de Luciane, ocorreu um protesto, exigindo providências em relação ao sumiço da menina. Aproximadamente, 150 pessoas pararam a BR 465, antiga Rio -São Paulo. A pista chegou a ficar interditada por 30 minutos, nos 2 sentidos. Até um carro de som foi utilizado para apelar por um maior empenho da polícia no processo investigativo que apurava o que aconteceu à criança.






    Luciene Torres, mãe de Luciane, sofre com a falta de respostas sobre o paradeiro da filha. Até então, não há uma novidade sequer a respeito do caso. Em declaração ao site do jornal O Dia , Luciene expôs a sua insatisfação com a atuação da polícia e não poupou críticas aos trabalhos investigativos que buscavam esclarecer o desaparecimento de Luciane. Ela disse: "não investigaram mais nada. Quando o caso tem mais de 15 dias fica no esquecimento".






    Infelizmente, as únicas informações que Luciene recebeu em relação ao desaparecimento da filha, desde 2009, não tiveram como fonte a  polícia e nem trouxeram novidades sobre o paradeiro de Luciane. As pistas eram falsas, provenientes de trotes telefônicos.  Este tipo de atitude só acentuou a angústia de Luciene. O sofrimento chegou a tal ponto, que ela deixou Nova Iguaçu e se mudou para Campo Grande. Sentia-se mal, quando avistava a padaria em que a filha desapareceu.

          

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

CASO VITÓRIA CLAUDIANO NOGUEIRA

      








Vitória Claudiano tem  a altura próxima de 1,60 m, pele parda, cabelos castanhos, encaracolados, e olhos pretos. Também estão  publicados o telefone do Disque- Denúncia  - (21) 2253 - 1177 -  e o  whatsap - 996  -264 - 393 - , caso algum internauta tenha informações a respeito da jovem. 






    Vitória Claudiano Nogueira desapareceu  em  5 de junho de 2009, aos  11 anos. Ela foi entregar um cartão a uma amiga nas proximidades da Escola Municipal Tarsila do Amaral e não voltou para casa. A menina foi vista pela última vez no subúrbio carioca de Irajá, na rua Aníbal Porto, na direção do cemitério. Vale destacar que a criança não estava sozinha. Um homem de cabelos grisalhos, aparentando, aproximadamente, 60 anos, andava com a menor. Até hoje, 6 anos após o desaparecimento de Vitória, o paradeiro da menina permanece ignorado e a identidade do homem que a acompanhava é ignorada. Este caso de desaparecimento, infelizmente, permanece sem solução.







       O Disque - Denúncia do Rio de Janeiro expõe a foto de Vitória  em seu site - www.desaparecidosdd.org.br -  e destaca características físicas da garota desaparecida, atualmente com 18 anos, que podem ajudar a identificá-la.  Vitória Claudiano tem  a altura próxima de 1,60 m, pele parda, cabelos castanhos, encaracolados, e olhos pretos. Também estão  publicados o telefone do Disque- Denúncia  - (21) 2253 - 1177 -  e o  whatsap - 996  -264 - 393 - , caso algum internauta tenha informações a respeito da jovem. 






    As investigações sobre o caso de Vitória não evoluíram.  Desde o início dos trabalhos policiais as dificuldades para esclarecer o que ocorreu com  a menina no trajeto até a casa de uma amiga foram grandes. Basta citar que as câmeras de segurança de um estabelecimento da vizinhança, que, na época do desaparecimento, podiam ajudar na identificação do suspeito, tiveram as imagens editadas e não passaram por perícia. Uma lacuna como esta, sem dúvida, compromete o processo investigativo. 




   Recentemente, em um encontro das Mães do Brasil, em 28 de outubro,  na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro, a mãe de Vitória, Rogéria da Cruz, comentou a respeito da angústia que passa com a falta de informações a respeito do paradeiro da filha. O quadro evidencia descaso e desrespeito com uma cidadã que convive, diariamente, desde junho de 2009, com o drama do desaparecimento infantil. Ela declarou ao site G1: "Eu não tive informações, não me informam nem em qual delegacia está o registro. Nenhum rastro, nada, nem uma ligação."