sexta-feira, 6 de agosto de 2021

MENINA DE 15 ANOS DESAPARECE NO ESPÍRITO SANTO

 


"O desaparecimento aconteceu em 14/2/2016 na cidade de Iúna /ES.  Diullyane Nascimento Gonçalves, a Diully, 15 anos, estava em casa. Por volta das 19 horas, uma mulher chamou a menina à porta.  A partir daí, a menor não foi mais vista".


    O desaparecimento aconteceu em 14/2/2016 na cidade de Iúna /ES.  Diullyane Nascimento Gonçalves, a Diully, 15 anos, estava em casa. Por volta das 19 horas, uma mulher chamou a menina à porta.  A partir daí, a menor não foi mais vista. Tudo leva a crer que se tratava de uma pessoa conhecida, pois a garota era reservada em relação a estranhos.



    A mãe de Diully, Irani Nascimento, estava em casa, porém dormiu. Ela havia passado mal. Quando acordou, procurou pela filha e não encontrou. O companheiro disse a ela que uma voz feminina chamou Diully e a garota foi atender a porta. Irani acreditou que fosse alguma colega da vizinhança, mas infelizmente estava errada. Em relato ao grupo do Instituto Mães Virtuosas do Brasil, ela disse que após o desaparecimento da filha, "não sabe mais o que é viver".




    O drama da família ficou ainda maior com a morte do pai da menina. Há 12 anos na cama, devido a um AVC, ele morreu em 2019, sem presenciar o retorno de Diullyane. A ausência da filha era uma preocupação. Segundo Irani, o companheiro sempre perguntava pela adolescente.



    Atualmente Diullyane está com 20 anos. Não há informações sobre o paradeiro da menina.  Irani está à procura de uma resposta e o passar do tempo só aumenta a incerteza e a angústia. Ela disse ao grupo do Instituto Mães Virtuosas do Brasil que está ficando fraca diante de tantos acontecimentos negativos em sua vida. Sem dúvida, apenas a localização da filha Diullyane poderia mudar este panorama, trazendo novas perspectivas para esta mãe que,  há 5 anos, procura pela filha. 





quarta-feira, 4 de agosto de 2021

MENINOS DE BELFORD ROXO: AINDA HÁ ESPERANÇA



"A ossada encontrada no rio Botas em 30/7 não é humana. A análise constatou que os restos mortais são de origem animal. Portanto a morte dos meninos de Belford Roxo não está confirmada, como indicavam os rumos que as investigações sobre o desaparecimento das três crianças estavam tomando".



    A ossada encontrada no rio Botas em 30/7 não é humana. A análise constatou que os restos mortais são de origem animal. Portanto as mortes dos meninos de Belford Roxo não estão confirmadas, como indicavam os rumos que as investigações sobre o desaparecimento das três crianças estavam tomando. Portanto Lucas Matheus, 8 anos, Alexandre da Silva, 10 anos, e Fernando Henrique Ribeiro Soares, 11 anos, podem estar vivos.







    A possibilidade dos menores estarem vivos  é considerada por órgãos como a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Os familiares das crianças também compartilham desta opinião e acreditam  que o encerramento das investigações será um final feliz, confirmando que os garotos estão vivos. A prova disto é que nenhum membro das famílias dos meninos compareceram às buscas realizadas às margens do rio Botas.




 A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que está à frente do caso, insiste na linha de investigação que aponta para o envolvimento do tráfico no desaparecimento dos menores. Mesmo diante de um resultado negativo em relação ao material encontrado, as buscas na localidade conhecida como Ponte do Ferro 38 não estão encerradas. Os trabalhos vão continuar.



    Um ponto que vale ser destacado é que a avó de  dos meninos Lucas e Alexandre, Silvia Regina, relatou ao jornal O Dia que já havia informado à polícia, em dezembro, sobre uma possível ocultação dos corpos das crianças na área das buscas, porém nenhuma providência foi tomada.  Ela disse: " Eu falei com a Joice que estava chefiando também, ela estava grávida e ficou de licença, mas foi passado para ela". Silvia também acrescentou que tem dúvidas acerca da versão que aponta o envolvimento do tráfico no desaparecimento das crianças.




segunda-feira, 2 de agosto de 2021

MENINOS DE BELFORD ROXO: BANCO DE PERFIS GENÉTICOS IDENTIFICARÁ OSSADA

   




"A polícia realizou buscas na localidade conhecida como Ponte Ferro 38, lugar indicado pela testemunha como o ponto em que foram deixados os corpos de Lucas Matheus, 8 anos, Alexandre da Silva, 10 anos, e Fernando Henrique Ribeiro Soares, 11 anos".



    A polícia realizou buscas na localidade conhecida como Ponte Ferro 38, lugar indicado pela testemunha como o ponto em que foram deixados os corpos de Lucas Matheus, 8 anos, Alexandre da Silva, 10 anos, e Fernando Henrique Ribeiro Soares, 11 anos. Os trabalhos foram realizados às margens do rio Botas, que corta toda a Baixada Fluminense. Uma ossada foi encontrada, reforçando ainda mais a denúncia feita no dia 28/7, no 39°BPM.



    Policiais civis e mergulhadores do Corpo de Bombeiros participaram das buscas. Os trabalhos demoraram cerca de duas horas. Sobre a ossada encontrada em um saco junto com restos de fios de cabelos, o perito da Polícia Civil Arthur Couto declarou: "Ainda não dá para afirmar por conta do nível de decomposição, mas vai passar por perícia laboratorial, DNA".   



   Os familiares das vítimas  não compareceram ao local para acompanhar as ações, porque não acreditam na possibilidade das mortes das crianças. Ainda consideram a hipótese dos meninos estarem vivos. Segundo declaração da defensora pública Gislaine Kep à Record TV, a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) têm a mesma opinião das famílias dos menores, considerando que a história terá um final feliz, indo de encontro às evidências que as investigações estão trazendo à tona.





    A ossada será analisada em um laboratório da Polícia Civil. Os peritos irão identificar o DNA dos restos mortais e cruzar os dados com as informações dos familiares armazenadas no Banco  de Perfis Genéticos. Caso se confirme a identificação dos menores desaparecidos, terá fim uma busca de 7 meses. Os indícios apontam que o desfecho desta história, mesmo não correspondendo à expectativas positivas que a  opinião pública esperava, está muito próximo.








sexta-feira, 30 de julho de 2021

MENINOS DE BELFORD ROXO: POLÍCIA FAZ BUSCA PELOS CORPOS

    


"Uma testemunha apresentou-se ao 39ºBPM, na manhã de quarta-feira, dia 28, denunciando o irmão por envolvimento no sumiço dos meninos. Segundo o relato, as crianças foram espancadas e mortas".


     Uma testemunha apresentou-se ao 39ºBPM, na manhã de quarta-feira, dia 28, denunciando o irmão por envolvimento no sumiço dos meninos. Segundo o relato, as crianças foram espancadas e mortas. Os corpos foram deixados em um local conhecido como Ponte de Ferro 38, bairro Amapá, divisa entre Belford Roxo e Caxias. O irmão da testemunha teria levado os cadáveres de carro.



    O motivo da morte dos meninos, segundo a testemunha, foi o roubo de uma gaiola de passarinho. Ela relata que a ordem para o assassinato foi dada por José Carlos dos Prazeres Silva, conhecido como Piranha, que tem prisão decretada por tráfico. Esta passagem corrobora a versão com a qual a polícia trabalhava, considerando o envolvimento do tráfico no desaparecimento dos menores.




    A localização dos corpos de Lucas Matheus, 8 anos, Alexandre da Silva, 10 anos, e Fernando Henrique Ribeiro Soares, 11 anos, colocará fim  em uma busca de 7 meses. Eles desapareceram em 27/12/2021, quando saíram para jogar futebol em uma quadra próxima ao condomínio em que moravam, no bairro Castelar, em Belford Roxo. 



    A polícia, que ainda não se pronunciou oficialmente, está direcionando o caso para a conclusão, depois de muitas cobranças e críticas sobre o andamento das investigações. Vale destacar que o processo investigativo foi muito tumultuado, contando com várias incursões em comunidades, troca de tiros e pistas falsas. Paralelamente a isto, protestos em frente à DHBF e  até o espancamento de um suspeito, que não tinha envolvimento com o caso, aconteceram. Mesmo diante destas turbulências, um cenário desfavorável,  a polícia trouxe respostas aos familiares das vítimas e à sociedade. É lamentável que as apurações dos fatos apontem para um final triste.






quarta-feira, 28 de julho de 2021

MENINOS DE BELFORD ROXO: 7 MESES DESAPARECIDOS

   



"Desaparecidos desde o dia 27/12/2020, os meninos foram avistados pela última vez na rua Malópia. Câmeras de segurança registraram a passagem dos menores. O local é próximo à feira da Areia Branca. A polícia ainda não tem respostas sobre o paradeiro das crianças". 


     Desaparecidos desde o dia 27/12/2020, os meninos foram avistados pela última vez na rua Malópia. Câmeras de segurança registraram a passagem dos menores. O local é próximo à feira da Areia Branca. A polícia ainda não tem respostas sobre o paradeiro das crianças. Várias prisões já foram efetuadas, mas não levaram à localização de Lucas Matheus, 8 anos, Alexandre da Silva, 10 anos, e Fernando Henrique Ribeiro Soares, 11 anos.



   No dia 20/7 a polícia prendeu o traficante, Erick Faria de Paula, o Rabicó, suspeito de envolvimento no sumiço dos 3 garotos, mas não obteve respostas sobre o que realmente aconteceu. Antes, no final de maio, outras prisões foram realizadas, mas também não trouxeram novas informações à polícia. O paradeiro das crianças permanece ignorado há 7 meses.





     No início de julho, a Polícia Militar, representantes do Ministério Público, integrantes da Defensoria Pública,  membros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o delegado Ariel Alcântara, fizeram uma reunião com os familiares das crianças desaparecidas, que cobravam das autoridades uma resposta. Sílvia Regina da Silva, avó dos meninos Lucas e Alexandre, declarou ao G1: " A polícia sempre fala que tá investigando, que a investigação não parou. Mas a gente não tem mais nada de concreto. Só sabe disso, que continua a investigação. Só isso que a gente sabe. Mais nada a gente sabe".



 No último dia 26, a Delegacia de Homicídios(DHBF), que está à frente do caso, realizou buscas na comunidade Castelar. O objetivo era obter alguma informação sobre uma provável localização dos meninos desaparecidos. Cães farejadores do Corpo de  Bombeiros ajudaram na operação. Drogas, armas, munições, material de contabilidade do tráfico foram apreendidos e um carro roubado recuperado. Porém nenhum vestígio dos 3 meninos foi encontrado.  





segunda-feira, 26 de julho de 2021

CRIANÇA DESAPARECIDA EM ALAGOAS: MARIA CLARA GOMES DA SILVA

    


"Maria Clara Gomes da Silva, 5 anos, desapareceu na tarde do dia 19/7/2021. A menina, moradora do bairro  Vergel do Lago, em Maceió, saiu de casa e não foi mais avistada. O único vestígio da criança foi um par de chinelos encontrado nos arredores da residência da criança".


     Maria Clara Gomes da Silva, 5 anos, desapareceu na tarde do dia 19/7/2021. A menina, moradora do bairro Vergel do Lago, em Maceió, saiu de casa e não foi mais avistada. O único vestígio da criança foi um par de chinelos encontrado nos arredores da residência da criança.



    A polícia está trabalhando na análise de imagens de algumas câmeras de segurança da orla Lagunar. Existe a possibilidade de que uma menina que está de carona na bicicleta de um homem seja Maria Clara. A informação não foi confirmada.



    O delegado Nivaldo Aleixo está à frente das investigações. A polícia considera duas linhas a serem seguidas no processo investigativo, mas mantem a apuração dos fatos sob sigilo. O objetivo é preservar os trabalhos, de maneira que as buscas por Maria Clara não sejam prejudicadas. Até um helicóptero já foi utilizado para tentar localizar a crianças, mas os esforços foram em vão.  


    O secretário de Segurança Pública, Alfredo Gaspar, compareceu ao local do desaparecimento de Maria Clara. Ele colocou toda a estrutura da polícia à disposição e prestou solidariedade aos familiares, que estão desesperados. As autoridades policiais pedem que qualquer informação sobre o paradeiro de Maria Clara seja repassada aos números (82)3315-4973. Outra opção para contato é o número 181. As pessoas que ligarem não serão identificadas, tendo a identidade mantida sob sigilo.  





sexta-feira, 23 de julho de 2021

BAIXADA FLUMINENSE: JOVEM LOCALIZADO E CASOS EM ABERTO

 





"A notícia da localização de  Wanderson Junio de Paiva Xavier, 16 anos, com certeza trouxe alívio aos familiares do menor. Felizmente o desaparecimento do jovem foi elucidado com êxito e rapidez, tomando um rumo diferente de outros casos de desaparecimento infantil ocorridos na Baixada Fluminense..."


    A notícia da localização de  Wanderson Junio de Paiva Xavier, 16 anos, com certeza trouxe alívio aos familiares do menor. Felizmente o desaparecimento do jovem foi elucidado com êxito e rapidez, tomando um rumo diferente de outros casos de desaparecimento infantil ocorridos na Baixada Fluminense, que permanecem em aberto há anos. Algumas ocorrências aconteceram há mais de uma década.








    Atualmente o foco está voltado para os meninos de Belford Roxo. Lucas Mateus da Silva, Alexandre da Silva e Fernando Henrique Ribeiro Soares, respectivamente 8, 10 e 11 anos, estão desaparecidos há mais de 6 meses. A ocorrência mais recente na região envolve a menina Rebeca Fernandes Monteiro, 12 anos, desaparecida em fevereiro deste ano, avistada pela última vez em Nova Iguaçu. Casos mais antigos também fazem parte desta lista e já tiveram as investigações encerradas. Douglas Rafael da Silva Lima Braz, 10 anos, desapareceu em 2018, em Belford Roxo. Lucas Fernandes Silva, 16 anos, desapareceu em 2015, em São João de Meriti e Luciane Torres da Silva, 9 anos, desaparecida no ano de 2009, em Nova Iguaçu.



   A Baixada Fluminense  possui o maior número de desaparecidos no Rio de Janeiro. Obviamente a resolução de um caso na região é de grande importância, porém não apaga a falta de respostas nos processos investigativos ligados   a ocorrências anteriores, envolvendo crianças, que permanecem em aberto. Pelo contrário, aumenta ainda mais as cobranças pela solução de desaparecimentos infantis que sem a devida apuração, tiveram as investigações encerradas pela polícia. A situação gera vários questionamentos acerca dos trabalhos realizados pelas autoridades competentes.  





    O final feliz do caso de Wanderson ganha ainda mais relevância, quando o horizonte de desaparecidos é ampliado, considerando  o elevado número de pessoas desaparecidas no estado do Rio de Janeiro, atualmente, 27 mil pessoas, segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), sendo 29% deste grupo composto por crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos. A constatação  fica ainda mais evidente, tomando por referência o número de desaparecidos por ano no Brasil. Em 2019 foram cerca de 79 mil registros de desaparecimento. Os números indicam que 40 mil casos não tiveram solução. As crianças e adolescentes compõem 40% deste universo. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2020. Daí a conclusão de que os êxitos, neste cenário, são uma batalha vencida dentro de uma guerra que está longe de terminar. Basta dizer que ainda existem muitos casos de desaparecimento, inclusive de crianças, subnotificados.