quarta-feira, 23 de junho de 2021
ALERTA PRI NÃO É CUMPRIDO PELAS OPERADORAS DE TELEFONIA MÓVEL NO RIO
segunda-feira, 21 de junho de 2021
GUILHERME CARAMÊS: DESAPARECIDO HÁ 30 ANOS
"Em 17 de junho de 1991, Guilherme Caramês Tiburtius, 8 anos, desapareceu em frente a casa em que morava, no bairro Jardim Social, em Curitiba, Paraná. Ele andava de bicicleta pela rua Osório Duque Estrada e não foi mais visto".
Em 17 de junho de 1991, Guilherme Caramês Tiburtius, 8 anos, desapareceu em frente a casa em que morava, no bairro Jardim Social, em Curitiba, Paraná. Ele andava de bicicleta pela rua Osório Duque Estrada e não foi mais visto. Sumiu sem deixar vestígio. A mãe da criança, Arlete Caramês, estava no trabalho. Guilherme estava sob os cuidados da avó, Sueli Caramês, que cozinhava o almoço enquanto o neto brincava próximo à residência.
O desaparecimento de Guilherme Caramês é o caso de maior repercussão no Paraná. Até hoje, devido aos mistérios que envolvem o sumiço do menino, a ocorrência tem grande apelo junto ao público. Arlete Caramês chegou a ser eleita vereadora e posteriormente deputada estadual para lutar pela causa dos desaparecidos. Trabalhou até em parceria com o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (SICRIDE), através de uma ONG que fundou. Infelizmente os esforços não proporcionaram retorno de Guilherme.
O caso Guilherme Caramês foi arquivado, mas a Polícia Civil assegura que as investigações permanecem em andamento. Vale destacar que a família do menor desaparecido não deixou os trabalhos de busca e localização apenas ao encargo dos policiais. Paralelamente às investigações, Arlete Caramês espalhou cartazes pela cidade e fez envios pelo correio, viajou pelo Brasil em busca do filho e chegou a ir à Argentina.
Hoje, aos 77 anos, Arlete guarda roupas e fotos do filho. Continua esperando uma resposta. Uma das esperanças para que venha à tona alguma pista sobre o paradeiro de Guilherme são os trabalhos de progressão digital de idade. Ela permanece atuando pela causa dos desaparecidos. A casa da rua Osório Duque Estrada transformou-se na sede da ONG Movimento Nacional em Defesa da Criança Desaparecida no Paraná ( CriDesPar). Sobre o sumiço do filho, Arlete ainda acredita em uma solução, independente do desfecho, conforme declarou à Tribuna do Paraná: "Dizem que não tem crime perfeito, mas com o Guilherme foi assim. Eu continuo esperando uma resposta para saber onde está meu filho, seja de que forma for".
sexta-feira, 18 de junho de 2021
DESAPARECIDOS: ENCERRAMENTO DA CAMPANHA DE COLETA DE DNA NO BRASIL
"A Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas se encerra hoje. Os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal agendaram os atendimentos com antecedência, via internet ou telefone, e disponibilizaram em todo o país 230 pontos para a doação de material genético".
A Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas se encerra hoje. Os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal agendaram os atendimentos com antecedência, via internet ou telefone, e disponibilizaram em todo o país 230 pontos para a doação de material genético. O objetivo é abastecer o banco de perfil genético nacional criado em 2013. Antes da iniciativa do Governo Federal, havia apenas 3 mil amostras, quantidade pequena, considerando os 80 mil desaparecidos por ano, registrados oficialmente, no Brasil.
O Governo do Estado do Rio de Janeiro esclarece em site oficial que o material genético coletado será comparado semanalmente com corpos não identificados, através de dados armazenados em uma Rede Nacional Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG / MJSP). Deste modo, a busca por desaparecidos tem um grau de alcance maior, indo além dos limites estaduais, abrangendo o Brasil inteiro. Também estão incluídas no contexto pessoas com identidades desconhecidas. Elas também podem ser identificadas através de amostras-referência que integram os bancos de DNA.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) coordenou os trabalhos em parceria com governos estaduais, coletando material genético de familiares de pessoas que estivessem desaparecidas há mais de 30 dias, mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência. Vale destacar que muitos casos de desaparecimento não foram registrados na época do sumiço, havendo desta forma a necessidade da emissão de um B.O. para que a coleta de DNA fosse realizada posteriormente. Delegacias especializadas, como a DDPA/RJ e a DPDE / ES, cientes deste problema, se prontificaram a fazer os documentos nos dias de coleta.
É importante que os familiares de pessoas desaparecidas que não conseguiram participar desta campanha de coleta de DNA, estejam cientes de que existe a possibilidade dos trabalhos continuarem, mesmo após o término do evento. Portanto devem se informar em seus respectivos estados. O Espírito Santo já confirmou que vai continuar a realizar coletas de DNA. A perita criminal Bianca Bortolini Merlo falou ao site A Gazeta sobre a medida: " A campanha foi para intensificar e as pessoas terem conhecimento de que agora existe esse serviço. Após a campanha, o trabalho vai continuar, vai virar um atendimento às famílias dos desaparecidos".
quarta-feira, 16 de junho de 2021
CAMPANHA DE COLETA DE DNA: DIA D NO ESPÍRITO SANTO
Redes sociais do SINALID - Sistema de Localização e Identificação de Pessoas Desaparecidas - anunciaram hoje, 16 de junho, como o "dia d" da Campanha de Coleta de DNA dos Familiares de Pessoas Desaparecidas no Espírito Santo. As coletas de hoje, realizadas das 10 às 16 horas, ocorreram no auditório da Polícia Civil, atendendo familiares de desaparecidos que agendaram previamente a coleta e os que não conseguiram marcar uma data para participar da inciativa. Portanto todos, agendados ou não, tiveram a chance de ser incluídos no processo. Estavam presentes membros da Delegacia Especializada de Pessoas Desaparecidas (DEPD) e do Departamento Médico Legal(DML).
As coletas realizadas nos dias 17 e 18 de junho, encerramento da campanha, serão efetuadas na Chefatura de Polícia Civil, laboratório de DNA, prédio anexo, conforme aconteceu anteriormente nos dias 14, 15 e 17, turnos manhã e tarde, seguindo os procedimentos e regras determinados, como a apresentação do B.O. do desaparecimento e de um documento com foto válido em todo o território nacional, além do desaparecido ter o paradeiro ignorado por mais de 30 dias.
A Delegacia Especializada de Pessoas Desaparecidas (DEPD), dentro deste trabalho, fará o B.O. na hora, caso a ocorrência do desaparecimento não tenha sido registrada na época do desaparecimento. É importante ressaltar que muitas pessoas não registram o sumiço de um familiar, daí uma das causas das subnotificações, que deixam muitos casos à margem dos dados oficiais relativos aos desaparecidos.
O governo do Espírito Santo lançou no final de outubro de 2020 o Portal de Pessoas Desaparecidas - https://disquedenuncia181.es.gov.br/desaparecidos - , que exibe fotos dos desaparecidos e informações acerca do desaparecimento, incluindo o local em que a pessoa foi avistada pela última vez, idade e o número do B.O. Estes dados são levados a público, visando a localização mais rápida dos desaparecidos, inclusive de crianças. A página é uma criação da gerência do disque-denúncia (181). Faz parte do programa Estado Presente em Defesa da Vida, ligado à Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SESP).
segunda-feira, 14 de junho de 2021
PRIMEIRO DIA DA COLETA DE DNA DOS FAMILIARES DE PESSOAS DESAPARECIDAS NO RIO
sexta-feira, 11 de junho de 2021
POLÍCIA CIENTÍFICA DE SP NORMALIZA SITE E ASSEGURA COLETA DE DNA
"O estado de São Paulo terá 14 pontos de coleta. As doações devem ser feitas por familiares em primeiro grau, pais, irmãos e filhos, além do genitor do filho da pessoa desaparecida. O processo é indolor. Trata-se de um simples esfregaço na bochecha feito com um cotonete".
A Polícia Científica do estado de São Paulo informou hoje, 11 de junho, que o agendamento para a coleta de DNA de familiares de desaparecidos está em andamento. O site já está funcionando normalmente, tranquilizando alguns familiares de desparecidos, principalmente mães, que temiam pela não inclusão no cadastro, diante das falhas ocorridas antes.
A Polícia Científica destaca que o agendamento só está aberto para familiares de pessoas desaparecidas há mais de 30 dias. Expõe que o RG ou qualquer documento com foto válido em todo o território nacional devem ser apresentados no ponto de coleta. Também é necessário levar o Boletim de Ocorrência do familiar desaparecido.
As coletas serão realizadas de 14 a 18 de junho. O material coletado será enviado para um cadastro de perfil genético. Em seguida um cruzamento será feito com os dados já armazenados no banco. Vale destacar que este banco é atualizado diariamente. Possui DNA de pessoas vivas desconhecidas e de mortos não identificados. O resultado final fica por conta da análise dos peritos, que passarão a informação a uma delegacia, se for localizada uma pessoa viva, ou ao IML, caso seja identificado um morto.
O estado de São Paulo terá 14 pontos de coleta. As doações devem ser feitas por familiares em primeiro grau, pais, irmãos e filhos, além do genitor do filho da pessoa desaparecida. O processo é indolor. Trata-se de um simples esfregaço na bochecha feito com um cotonete. É importante ressaltar que também serão aceitos objetos pessoais dos desaparecidos - escova de dentes, escova de cabelo, aparelho ortodôntico-, pois estes podem conter DNA das pessoas de paradeiro ignorado, agilizando o processo de localização.
quarta-feira, 9 de junho de 2021
CAMPANHA NACIONAL DE COLETA DE DNA DE FAMILIARES DE PESSOAS DESPARECIDAS : DIFICULDADES EM SP E PONTOS DE COLETA NO RJ
"As coletas são agendadas com antecedência via internet ou telefone, dependendo do sistema adotado por cada estado. Em São Paulo, agendamento via internet, várias mães relataram dificuldades para realizar o agendamento. O site da Polícia Científica não carregava".
Lançada em 25 de maio - Dia Internacional da Criança Desaparecida - em evento na sede do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas tem como objetivo o incentivo da doação de material genético por parte dos familiares de desaparecidos, viabilizando futuras localizações de pessoas com o paradeiro ignorado, inclusive crianças.
A campanha está sendo realizada em todo o Brasil. As coletas serão feitas entre os dias 14 e 18 de junho. O material será incluído no Banco Nacional de Perfil Genético, que atualmente conta apenas com 3 mil amostras e DNA de familiares de desaparecidos. Em todos os estados serão colocados à disposição dos familiares pontos para as coletas de DNA.
As coletas são agendadas com antecedência via internet ou telefone, dependendo do sistema adotado por cada estado. Em São Paulo, agendamento via internet, várias mães relataram dificuldades para realizar o agendamento. O site da Polícia Científica não carregava. A instituição confirmou os problemas com a página, fato que preocupou algumas mães, pois a possibilidade de algumas pessoas não ingressarem na coleta, devido a esta falha, existe. Neste momento o site da Polícia Científica ainda apresenta erro.
O Rio de Janeiro possui 13 pontos de coleta de DNA. O estado faz os agendamentos via telefone. A Secretária de Estado da Polícia Civil ( SEPOL) publicou que realizará um mutirão, na próxima semana, para colher material genético de pais, irmãos e qualquer outra pessoa que tenha um familiar desaparecido. O órgão responsável será o Instituto de Pesquisa e Perícia em Genética Forense (IPPGF), que atualmente conta com 1.300 amostras, correspondendo a 26% do Banco Nacional. A expectativa é que a campanha de coleta de material genético, pelo menos, dobre este número.


































