sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

MENINOS DE BELFORD ROXO: NOVOS RUMOS NA INVESTIGAÇÃO

    

     



"A mãe de Fernando Henrique, Tatiana da Conceição, disse ao jornal Extra: Já não sei mais se meu filho está vivo ou não. Fico o tempo todo chorando em casa.Tenho outros 2 filhos pequenos que vivem perguntando pelo irmão".





    Os meninos de Belford Roxo, Lucas Matheus, Alexandre e Fernando Henrique, continuam desaparecidos, porém as investigações ganharam novos rumos. Familiares das crianças levaram à força para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), um suspeito de envolvimento no caso. A polícia não encontrou vínculo entre o homem e o sumiço dos garotos. Portanto a liberação era inevitável. 



    Inconformados com a saída do suspeito, os familiares e vizinhos dos menores intensificaram o protesto que faziam em frente à DHBF. Um ônibus foi queimado durante a ação, fato que chamou a atenção dos policiais para um possível envolvimento de traficantes no caso, pois colocar fogo em transportes coletivos  é um modus operandi do tráfico. 




    Na quarta-feira, dia 13/1/2021, o delegado Allan Turnovsky , Secretário-Geral de Polícia Civil, confirmou que "várias pistas estão surgindo, umas sendo seguidas e  outras não". A polícia permanece fazendo diligências sem resultado. A novidade é que roupas ensanguentadas foram encontradas na casa do suspeito. Exames de DNA confirmarão se o material genético é dos garotos. Sobre o suspeito, este não foi liberado imediatamente. Acabou preso, mas por envolvimento em outro caso, no qual estava abusando de menores, conforme expôs a perícia feita no celular do homem. A soltura só veio com pagamento de fiança.





    Hoje a polícia fez uma diligência no morro Castelar. Procurava pistas dos 3 meninos desaparecidos. Recebidos a tiros, os policiais revidaram e mataram 3 homens. O fato reforça a possibilidade de participação de traficantes no desaparecimento das crianças. O cenário preocupante leva os familiares a cogitar a morte dos menores, diante da falta de informações acerca do paradeiro dos garotos.  A mãe de Fernando Henrique, Tatiana da Conceição, disse ao jornal Extra: Já não sei mais se meu filho está vivo ou não. Fico o tempo todo chorando em casa.Tenho outros 2 filhos pequenos que vivem perguntando pelo irmão.




quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

CRIANÇA DESAPARECIDA: CASO ELICEIA SILVEIRA

 

"Eliceia Silveira desapareceu,  aos 9 anos,no bairro Agronômica, em Florianópolis/SC. A menina foi à farmácia comprar um remédio para o irmã mais nova. Chegou ao destino, mas não retornou para casa. Era dia 18/3/1995". 





    Eliceia Silveira desapareceu,  aos 9 anos,no bairro Agronômica, em Florianópolis/SC. A menina foi à farmácia comprar um remédio para o irmã mais nova. Chegou ao destino, mas não retornou para casa. Era dia 18/3/1995. Há quase 26 anos o paradeiro da criança, hoje uma mulher com 34, 35 anos, é ignorado. Trata-se de um dos casos mais conhecidos e  antigos de desaparecimento infantil em Santa Catarina e consequentemente no Brasil.  



     Em duas oportunidades apareceram meninas afirmando ser Eliciea. Eram alarmes falsos, que trouxeram esperança à mãe em um primeiro momento,  desencadeando posteriormente uma sensação maior de angústia, após a constatação de que nenhuma das jovens que se apresentaram eram a  filha desaparecida. Uma delas chegou a alisar e tingir o cabelo para ficar mais parecida fisicamente com Eliceia. Uma tentativa de ludibriar a mãe que estava à procura da filha, confirmada por um exame de DNA.



    Em depoimento de 2 minutos, registrado pelas câmeras da Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC) em 2011, a mãe de Eliceia, Maria Inês Silveira, fez uma breve explanação acerca do drama pelo qual passa desde o desaparecimento da filha. Ela afirmou que vive doente e sofrendo, devido à hipertensão, ao diabetes e à depressão. Acrescentou que não sabe o que aconteceu a garota na volta da farmácia  para a residência. Disse que a única certeza é que " alguém pegou ela e levou ela na marra".




        A eterna espera na qual se transforma a vida dos familiares de uma criança desaparecida, principalmente a mãe, não se restringe somente à apreensão no que diz respeito à dúvida em relação à vida ou morte do filho. As informações falsas, os julgamentos das redes sociais, muito comuns nos dias atuais, e  outros elementos mais particulares,  também são fatores que refletem diretamente no relacionamento familiar e afetam, inclusive, os filhos que permaneceram junto aos pais. Em determinados casos, estes ficam relegados a segundo plano, a partir do momento em que os genitores passam a viver em função da ausência do filho arrebatado. 





segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

CRIANÇA DESAPARECIDA EM CAMBÉ/PR: GEOVANNA GOTALO DO AMARAL

  




"O Ccdesap apurou que o desaparecimento de Geovanna está atrelado a outro sumiço. Francielle Gotalo Pereira, 27 anos, aparece como desaparecida no site da Polícia Civil do Paraná, com os dados semelhantes aos da ficha da criança, desde a data do desaparecimento, 22/11/2020, até o local da ocorrência, rua Nevada, em Cambé/PR. O número do boletim de ocorrência também é o mesmo, 2020/1205128".




    Conforme publicado aqui no Ccdesap, na postagem CRIANÇA DESAPARECIDA:GEOVANNA GOTALO DO AMARAL,  a menina Geovanna Gotalo do Amaral desapareceu, aos 4 anos, no município de Cambé/PR. Ela foi avistada pela última vez, na rua Nevada, em 22/11/2020. O paradeiro da criança é ignorado há quase 2 meses. 




    O caso apresenta poucas informações no que diz respeito à divulgação. A foto de Geovanna aparece no site da Polícia Civil do Paraná, acompanhada por dados acerca do desaparecimento e características físicas da criança, além do número do boletim de ocorrência. Não vieram a público indícios de pistas ou pontos relacionados à linha de investigação da polícia.





    O Ccdesap apurou que o desaparecimento de Geovanna está atrelado a outro sumiço. Francielle Gotalo Pereira, 27 anos, aparece como desaparecida no site da Polícia Civil do Paraná. Os dados da ocorrência de Francielle são iguais aos da ficha da criança, desde a data do desaparecimento, 22/11/2020, até o local do último avistamento, rua Nevada, em Cambé/PR. O número do boletim de ocorrência também é o mesmo, 2020/1205128. Portanto a garota de 4 anos estava acompanhada quando desapareceu.



    O desaparecimento de Geovanna está sendo investigado pelo SICRIDE. É importante ressaltar que a unidade resolveu 100% dos casos de desaparecimento infantil nos últimos 3 anos, 2018, 2019 e 2020. Um fato que aponta para uma probabilidade maior de conclusão do caso. A delegacia de Cambé também está ligada ao caso, aparecendo nas publicações da polícia como uma das unidades a serem acionadas, caso algum cidadão saiba informações sobre o paradeiro de Geovanna e Francielle.




sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

MENINOS DE BELFORD ROXO: CÂMERAS MOSTRAM CRIANÇAS EM PRAÇA

 


"A checagem de mais de 40 câmeras de segurança da região na qual as crianças desapareceram, não encontrou imagens dos menores à primeira vista. Porém uma revisão trouxe à tona uma  pista que anteriormente passou despercebida. Três garotos aparecem em uma imagem".



     O mistério em relação ao paradeiro dos 3 meninos de Belford Roxo persiste. Mas a polícia segue nas investigações. A checagem de mais de 40 câmeras de segurança da região na qual as crianças desapareceram, não encontrou imagens dos menores à primeira vista. Porém uma revisão trouxe à tona uma  pista que anteriormente passou despercebida. Três garotos aparecem em uma imagem. A probabilidade de serem os meninos desaparecidos é grande. O depoimento do proprietário de um bar localizado na região  de Areia Branca,  afirmando que viu os menores na área, reforça a possibilidade. O horário que o homem diz ter visto os garotos é o mesmo exposto nas câmeras. 




    Um fato que chamou a atenção foram as declarações controversas de familiares do menino Fernando Henrique Ribeiro Soares. Um tio  afirmou que anteriormente ele já havia sumido. Segundo esta versão, o garoto ficou fora de casa por 8 dias. Porém esta afirmação foi desmentida pela mãe do menor desaparecido. Neste ponto, no que diz respeito a depoimento de familiares, há um desencontro evidente nos relatos, fato que  deve ser apurado no decorrer do processo investigativo.


    



     A polícia constatou no dia 7 / 1 / 2021, durante diligência conjunta da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e a CORE no bairro Castelar, local do desaparecimento, que os garotos caminharam por aproximadamente  2 Km em uma trilha com vasta vegetação. É um atalho que leva até a Feira da Areia Branca, último local em que foram avistados. Foi apurado que o menino Fernando Henrique, de 11 anos, o mais velho do trio,  carregava no bolso R$ 4,00 para a comprar ração. 




    Outro ponto relevante é a manifestação do governador em exercício do Rio de Janeiro. Cláudio Castro se pronunciou por meio das redes sociais, pedindo que a população fique atenta nas ruas e informe as autoridades competentes, caso avistem os meninos em algum lugar. Também prestou solidariedade às famílias das crianças desaparecidas. As forças de segurança do estado estão mobilizadas nas buscas.




    

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

CASOS RECENTES SEM SOLUÇÃO

 


 "O fato é que apesar desta estrutura que viabiliza maior facilidade no processo de busca e localização, as ocorrências de desaparecimento infantil permanecem. No Brasil, anualmente, desaparecem em média 40 mil crianças, mesmo com o êxito de forças policiais em várias investigações". 





    A estrutura disponibilizada à polícia atualmente para a busca e localização de crianças desaparecidas é evidente. A criação das delegacias especializadas viabilizou êxito em vários casos. Estados como Santa Catarina, Paraná e Rio de Janeiro  passaram a ter maior precisão  no processo de busca e localização de crianças desaparecidas, por meio de investigações setorizadas, mais específicas. Recursos como a progressão de idade digital, a futura implantação do sistema de reconhecimento facial e a criação de um banco de dados também merecem destaque, assim como o advento das redes sociais. Estas são relevantes na localização de crianças. Expõem as publicações de sites governamentais voltados para o assunto e viabilizam   a atuação mais intensa de populares e  de entidades ligadas à causa dos desaparecidos, como a Mães da Sé, por exemplo. 






     O fato é que apesar desta estrutura que viabiliza maior facilidade no processo de busca e localização, as ocorrências de desaparecimento infantil permanecem. No Brasil, anualmente, desaparecem em média 40 mil crianças, mesmo com o êxito de forças policiais em várias investigações. Haja vista que 3 casos de desaparecimento infantil recentes ainda não foram solucionados. Wesley Pires Alves Filho, Geovanna Gotalo do Amaral e os 3 meninos Lucas Matheus da Silva, Alexandre da Silva e Fernando Henrique Ribeiro Soares.Tratam-se de ocorrências acontecidas entre agosto e dezembro de 2020. Os casos, respectivamente, ocorreram nos estados de  São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. 




    As famílias de Wesley e e dos meninos de Belford Roxo já protestaram. Não há informações sobre manifestações dos familiares de Geovanna. A cobrança é por maior agilidade da polícia nas investigações. Em ambos os casos não há sinais das crianças. A saída de Wesley de casa foi registrada por câmeras de segurança da rua em que morava, na cidade de Franca , em 28/8/2020. Posteriormente informações de que o garoto estava em Ribeirão Preto não se confirmaram. Situação semelhante acontece no Rio de Janeiro. Os 3 meninos de Belford Roxo, desaparecidos desde o dia 27/12/2020, são "avistados" em vários lugares, desde a Baixada Fluminense, passando pelo centro da cidade, até a zona oeste do Rio. Supostamente eles foram vistos pela última vez na Feira da Areia Branca.





     Os pronunciamentos das polícias de São Paulo e Rio e Janeiro são semelhantes. Tanto no desaparecimento de Wesley, quanto no sumiço dos 3 meninos de Belford Roxo, as palavras dos encarregados da investigação convergem. Afirmam que todas as informações estão sendo checadas e que as buscas pelos menores não cessaram. A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) está à frente do caso Wesley e a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) é a responsável  pelas buscas dos meninos de Belford Roxo. No Paraná, o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (SICRIDE) atua na ocorrência de Geovanna, que desapareceu, aos 4 anos,  em 22/11/2020, no munícipio de Cambé. Não há informações mais detalhadas sobre o caso, inclusive no que diz respeito ao andamento das investigações. No site da instituição foi divulgado um cartaz com foto da criança e dados básicos sobre o desaparecimento.






segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

CASO WESLEY: COLEGA DE ESCOLA REVELA SUPOSTA VIAGEM

 



 "O  desaparecimento de Wesley Pires Alves filho monopolizou as redes sociais em agosto de 2020. O menino de 13 anos saiu de casa, em Franca/SP, para ir a um comércio próximo e não retornou. Várias pistas sobre o paradeiro do menor chegaram aos familiares, mas eram falsas". 








 O  desaparecimento de Wesley Pires Alves filho monopolizou as redes sociais em agosto de 2020. O menino de 13 anos saiu de casa, em Franca/SP, para ir a um comércio próximo e não retornou. Várias pistas sobre o paradeiro do menor chegaram aos familiares, mas eram falsas. Os pais - Wesley Alves e Camila Alves - foram a vários lugares em busca do filho, mas nada encontraram. Relatos de que o garoto estava em Morro Agudo e Ribeirão Preto não se confirmaram. O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).



    Em vídeo publicado na véspera de Natal, 24/12/2020, a mãe de Wesley fez um apelo emocionado, pedindo a libertação da criança ao adulto que estiver com ele. O desabafo ocorreu diante das pressões às quais a família vem sendo exposta, desde o sumiço do garoto. Trotes, informações falsas,  ataques e julgamentos das redes sociais, além da apreensão acerca do real estado de saúde do menino desaparecido, levaram Camila Alves a um desespero visível, fruto da falta de notícias sobre o paradeiro do filho.




     *Vídeo publicado nas redes sociais em 24/12/2020 e  republicado no Portal GCN.


    Uma novidade sobre o caso veio à tona na última semana do ano,  em 27/12/2020. Um menor que estudava na mesma escola de Wesley, publicou um vídeo , falando que sabe a maneira como o colega desaparecido pensa, além de ter conhecimento de segredos relativos à vida do garoto. Também fez críticas à família de Wesley. Posteriormente, devido aos comentários negativos, apagou o vídeo e postou outro no qual pedia desculpas. O menor de 12 anos foi intimado a prestar depoimento.




*Vídeo do canal Record TV Interior de SP, mostra o depoimento de colega de escola de Wesley.


    Uma revelação que o colega de Wesley fez  é que o menino desaparecido desejava viajar. A questão agora é descobrir que lugar o garoto queria conhecer.  A polícia segue esta linha de investigação com base nas palavras do menor da live. Porém um fato a ser considerado é que a  a coordenadora do colégio de Wesley - Colégio Estadual Professor Vicente Minucci - , Taís Rocha de Freitas,    disse ao site GCN que nunca avistou os dois alunos juntos. Ela também  declarou que ambos estudavam em séries e classes diferentes. 




sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

OS TRÊS MENINOS DO RIO CONTINUAM DESAPARECIDOS

     




"Em meio a esta entropia de dados, a polícia tenta pôr as peças em ordem para localizar os meninos. O caso está sob a responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Câmeras de segurança da região já foram checadas, familiares interrogados e várias diligências estão sendo realizadas, até agora sem resultados".




As famílias de Lucas Matheus da Silva, Alexandre da Silva e Fernando Henrique Ribeiro Soares continuam as buscas pelas crianças. porém , conforme já foi destacado na postagem do CCDesap "ATENÇÃO! TRÊS MENINOS DESAPARECIDOS NO RJ", as informações acerca do paradeiro dos menores são desencontradas. Os indícios, com base em relatos de que as crianças estavam em Nova Iguaçu, Santa Teresa e até na Barra da Tijuca não se confirmaram. 




    Uma foto de três meninos em um ônibus, supostamente os garotos desaparecidos,  viralizou nas redes sociais. Porém não é possível confirmar se as crianças fotografadas são realmente eles, pois os rostos estão encobertos. Um fato que torna a pista ainda mais incerta é que  há dúvidas em relação à linha do ônibus no qual estão as crianças. Há versões que apontam para uma viação da zona oeste. Outros relatos apontam para uma empresa de coletivos da Baixada Fluminense.







    Em meio a esta entropia de dados, a polícia tenta pôr as peças em ordem para localizar os meninos. O caso está sob a responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Câmeras de segurança da região já foram checadas, familiares interrogados e várias diligências estão sendo realizadas, até agora sem resultados.





     Qualquer informação sobre o paradeiro das três crianças deve ser repassada à Fundação para a Infância e Adolescência (FIA). A entidade está prestando apoio psicológico aos familiares dos desaparecidos. Também comunicou aos órgãos competentes o desaparecimento dos garotos e divulgou as fotos dos  menores nas redes sociais.